“A vida é banal, sabe. As pessoas não invadem a Polônia todo dia. Até mesmo Napoleão cortava as unhas do pé de vez em quando!” [Antonio Prata]
Se não falamos sobre banalidades, não descobrimos o outro. Eu mesma não sabia que tantos amigos na blogosfera e fora dela sofrem de "
olho seco". Melhor isso do que "
olho gordo", não é mesmo?
Obrigada à todos pelos conselhos valiosos!
O fracasso é humano e realista! :)
O post "Eu e o olho seco" apareceu primeiro em "Luz de Luma, yes party!".
(...) Uma voz grave se impõe. Interpela, de novo, pelo nome, trazendo, de regresso, ao próprio lugar. Só terei de ser o que sou, nem mais nem menos. E só poderei avançar se partir do lugar onde me encontro”. In "A Fé vive de afeto", de José F. Correira.
A natureza, mesmo nos surpreendendo é sempre sensata.
O homem ao contrário, é sempre questionado.
"Hoje tens os olhos profundos..."
dito por alguém que sabe ler olhos.
"O coração e os olhos
são dois amigos leais
quando o coração está triste
logo os olhos dão sinais"
Ei, Caraguá... O que queres?
de lá pra cá não sei...

Basta um acontecimento ruim para nos tornar conscientes de que estamos aqui por algum motivo. Não somos donos de nada, nem deste corpo que faz ponte entre o carnal e o etéreo.
Recordo com saudade os passeios na praia em tardes de chuva, quando meu irmão segurava firme as minhas mãos e me dava proteção. Não pensava que o mundo fosse acabar, que as pessoas fossem envelhecer ou mesmo morrer.
Dá trabalho ser feliz!
Vencido pelo cansaçoBons sonhos...
O que é bonito neste mundo, e anima, é ver que na vindima de cada sonho fica a cepa a sonhar outra aventura. E que a doçura que não se prova se transfigura noutra doçura muito mais pura e muito mais nova (Miguel Torga)
"...Nisto acordei com dor, com impaciência;
E não vos encontrando, olhos brilhantes,
Vi que era a minha morte a vossa ausência!"
Bocage
Poeticamente cantando, vou vivendo...
Nada do que foi será
De novo do jeito
Que já foi um dia...
Hoje acordei ouvindo uma
bela música e lembrei-me de coisas singelas que não mudarão em nada o curso da vida, mas que se eternizam dentro de nós.
