Pela valorização da mulher brasileira

Jeanine Pires assumiu a presidência da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) em agosto de 2006 e se tornou a primeira mulher a assumir a presidência desde a sua criação. Com várias metas programadas até 2010 quando termina a sua gestão, consta entre elas a continuidade do “Plano Aquarela” - plano de marketing internacional para trabalhar os principais emissores de turistas para o Brasil.

Até o final de 2010 pretende consolidar a "Marca Brasil" como marca de turismo brasileiro e dar crédito a imagem do Brasil no exterior. Fazendo com que a cada mês um recorde de entrada de divisas no país seja batido, que cada vez mais turistas, fiquem mais tempo dentro do país e visitem mais cidades brasileiras.

Diz a presidente da Embratur que o perfil do turista que chega ao país tem média mensal alta, nível superior de estudo e que a grande motivação é conhecer as praias, curtir o sol e o clima do país. 85% sai satisfeito e 98% recomendam o Brasil a amigos e parentes. Ela afirma ainda que, ao final das contas, o turista gosta mesmo é do povo brasileiro, que possui estilo de viver, sentimento de amizade e alegria.

Nos países de interesse da Embratur existem campanhas, eventos, feiras e treinamento, com ferramentas e mensagens diferenciadas para chamar a atenção do turista para a nossa diversidade natural e cultural.

O discurso é muito bom, mas o que vemos fora do país são materiais de turismo com a figura feminina complementando propagandas de praias paradisíacas ou semi-nuas em desfiles de carnaval.

Ainda recordo com vergonha da publicidade nos táxis ingleses e os imensos painéis usados em feiras internacionais em que era destacado o perfil erótico da mulher brasileira.

A divulgação desse tipo de publicidade, cria uma imagem negativa e contribui para o turismo sexual, fator que vem crescendo década após década e percebemos isso em algumas cidades brasileiras, que além do turismo sexual, crescem também os problemas sociais, ambientais e econômicos.

Cria-se um círculo vicioso e o turista sai do Brasil com a imagem de que, fora do ambiente dos hotéis onde se hospedam, no Brasil existem somente prostitutas, cidades sujas, mal organizadas, enfim, pobreza e tudo aquilo que é ligado à ela.

E como fica a imagem das mulheres que não se prostituem e que ao saírem do Brasil se vêem em situações de conflito, como aconteceu recentemente com Patrícia Camargo Magalhães, que saiu do Brasil para participar de um congresso internacional de Física em Lisboa e ao passar pela Espanha, ficou detida por três dias em uma sala de aeroporto? E vale lembrar também de Ana Sardinha, presa, torturada e ainda detida em Portugal, amargando o peso do julgamento dos tribunais e acrescentando estatística de mais uma brasileira que segue os ditames das leis de um outro país.

Aqui estamos protestando contra a imagem da mulher brasileira formada fora do país, uma imagem generalizada que a Embratur conseguiu construir no passado, um ranço das Operações Brother Sam e que definitivamente os empreendedores do turismo precisam desviarem-se deste foco. Precisamos afastar velhos conceitos que foram plantados no decorrer dos anos e exaltar outras qualidades do nosso país.

Talvez internamente o maior desafio das mulheres, seja aumentar o quadro de participantes no poder, que não é coerente com a participação da mulher na sociedade. Nós mulheres somos mais sensíveis no trato de determinados assuntos que causam a falta de perspectiva social e que fazem com que essa mulher, presa a um esquema de falta de administração social, escravize o seu sexo.

Este texto tem a finalidade de chamar os amigos da blogosfera para juntos lutarmos "Pela Valorização da Mulher Brasileira” – uma proposta de Elysandra Figueredo e Meire Gomide.

E você que não é blogueiro, lute também “Pela valorização da mulher brasileira”, esta mulher que está ao seu lado. Não deixe que atitudes supostamente inofensivas maculem a imagem daquela dona de casa ou profissional ativa, que quer ser apenas mãe, esposa, namorada, amiga, honesta e feliz.

Pensem na imagem da mulher que é vendida fora do pais e respondam, isso não é uma invasão aos lares brasileiros?

Nos encontramos no dia 08 de Maio – Dia internacional da Mulher – Dia de blogagem

Confirmem a sua participação, aqui no "Amigos da Blogosfera" ou no "Universo Desconexo" ou também no "Pensieri e Parole"

*Texto que publiquei em Amigos da Blogosfera em 04 de Março de 2008

**Você chegou aqui procurando pelo texto: "Pela Valorização da Mulher Brasileira". Leia também:
- Blogagem Coletiva - Pela Valorização da Mulher Brasileira
coletiva – Dia de união dos “Amigos da Blogosfera”
- Resultados da Blogagem Coletiva - Pela valorização da mulher brasileira

Maria Augusta, você não tem jeito!

Sim, ela se supera a cada dia em delicadeza, percepção e na boa vontade de passar para nós aquilo que sabe. E escreveu o texto "Irradiando liberdade", que ao final, a mim irradiou encanto, muito encanto.

Fiquei pensando nas corajosas mulheres de outrora, mulheres bem nascidas, educadas nas melhores escolas, tradicionais de cortesia e descrição, que tinham tudo para acomodarem-se em enfastio de bolos e chás, a trocar conversas fúteis a la Bovary, e no entanto, preferiram lutar por um lugar ao sol.


Museum of London

Emmeline Pankhurst, que figura na imagem acima, e suas filhas Christabel e Sylvia, foram levadas a criar um movimento independente, na Inglaterra, em 1903, como resposta de quem a anos tentava inscrever na plataforma dos partidos políticos o direito do voto feminino.

Era o fim de um século e no engatinhar do novo século que nascia, ainda sem personalidade, inseguro, arrastando consigo as sequelas de esgotamento do espírito da época passada, que a criação da "Associação Política e social das mulheres da Inglaterra" respondeu ao desprezo dos políticos.

O clima de indignação era tão grande que se transformou em atos violentos que buscavam chamar a atenção dos políticos. Começava a quebra-quebra de seções eleitorais e urnas, deixando Londres estupefata. Afinal, eram moças bem nascidas!

Os confrontos levaram à cadeia mais de cem mulheres, que ao se verem atrás das grades, não desanimaram e fizeram greve de fome. Estava claro para os políticos que aquela luta tinha vindo para ficar. Um exemplo, que incentivou todo o continente europeu e os Estados Unidos. Estava lançada a semente de toda uma revolução do século XX, o movimento feminista, que sem pretensões épicas, sem bandeiras ou soldados, lutava contra os danos do ridículo com que as mulheres eram sistematicamente atacadas.

Hoje em dia acho graça nas mulheres que dizem, não sou feminista, sou feminina. Mas ao contrário de conceitos retrógrados, é somente por causa do feminismo que essas mulheres conseguem exercer hoje a sua feminilidade com plenitude. O natural é ser feminina, assim como é natural o homem não ser mais machista. A beleza de ser mulher, está em ser diferente do homem e ser complementar à ele.

E Maria Augusta, Marie Curie, foco da sua postagem, foi a principal culpada disso tudo acontecer. Explico:

Veja que tudo aconteceu no ano que Marie Curie, arrancara o Nobel de Física à Academia Sueca. Neste ano as universidades do Reino Unido passaram a acolher jovens desejosas de reeditar as glórias de Marie Curie.

A ciência abria suas portas, como já fizera com a arte, mesmo que Camille Claudel quebrasse pedra por pedra e pinçasse a imagem de sua loucura, para escapar do esmagador Rodin, mestre e amante.

E foi assim, abrindo portas que quarenta anos depois, Simone de Beauvoir conseguiu convencer com o discurso "Ninguém nasce mulher", nos tornamos por invenção dos homens, o feminino in absentia.

Ainda havia o ranço do século XIX, a privação da liberdade, do silêncio de opinião, da prisão no lar, enfim, presas a um corpo que tinha nascido para a submissão, vítima da natureza que lhe dera maternidade ao preço da cidadania, que Freud creditou o feminino, castrado e invejoso do potente e masculino, fazendo Coco Chanel nos presentear com o Tailleur, terninho para as mulheres que trabalhavam fora de casa.

Virgínia Wolf, foi a única no seu tempo a formular o que seria o legado do século XX, tema revitalizado nos anos 70 - A descoberta que a humanidade é feita de sexos diferentes e não apenas de um para se modelar.

Virgínia pedia a todos os escritores que levassem uma flor ao túmulo de Jane Austen, porque só ela, ousara escrever como mulher, a primeira a falar dessa diferença com orgulho, que antes era sufocado, pisoteado por um mito de inferioridade.

A maternidade, graças a contracepção, saiu do campo da natureza para o campo da cultura, uma pílula transformando o destino em escolha humana. Uma brecha que abalou todo o edifício da relação entre os sexos. Pois com a contracepção foi introduzido no espírito feminino a mais subversiva convicção - nosso corpo nos pertence!

A liberação do prazer e do desejo rompe aquilo que se preparava desde as heresias medievais, que acusavam as "bruxas" ora de libertinagem e ora de excessiva curiosidade pelos mistérios do corpo.

A diferença sem hierarquia questionava a liberdade entre os sexos, desorganizava a mais permanente das regras humanas, quebrava um paradigma milenar e as mulheres emergiam para a humanidade visível.

Mas foi somente no ano de 1994 que refunda-se uma nova civilização, a mulher sai definitivamente do claustro da idade média e diante de protestos fundamentalistas, que na Conferência de Viena sobre os direitos humanos, que a comunidade internacional declara: Os direitos das mulheres são direitos humanos.

Portanto, faz pouquíssimo tempo que conquistamos direitos plenos ou seja, nada acontece do dia para a noite. Há de ter persistência e respeitos aos ideais.

Concluindo, o século XXI é o resultado, aquele em que homens e mulheres, pela primeira vez na história, se olharão nos olhos de igual para igual. Olhando nos olhos, perceberão o quanto são diferentes e verdadeiramente iguais. Serão próximos, leais e mais felizes.

Você homem que chegou até aqui, não está mais tão perdido e entende um pouquinho mais o espírito feminino.
Você mulher, use essa liberdade conquistada com parcimônia.

Obrigada, Maria Augusta!

Boa semana!
Beijus,
Luma

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Eu gosto de ser mulher [update]



"Vivemos uma época em que as mulheres querem parecer umas com as outras; cabelos, roupas e atitudes iguais. E quando encontramos alguém original, encontramos a diferença, aquilo que nos falta"

Esta frase foi dita por um amigo. Os homens questionam as mulheres, assim como nós questionamos eles. Estamos conversados.

Se a postagem ficar sem nexo, me desculpem! Estou com um febrão beirando os 40°, mas não poderia deixar de participar da blogagem coletiva da Lunna.

Fazem três dias que estou assim, sem motivo aparente. Fiz todos os exames e o médico insiste em dizer que é emocional. É, ando sensível demais. Stress pesado, gosto pela adrenalina, vai saber!

Taí uma das vantagens de ser mulher! Podemos pedir colo sem constrangimento. Mas nem sempre foi assim. Os homens também andam mais docinhos, antes eram uns cavalos de guerra, vai saber também, outros continuam cavalos!



A imagem acima não sei de quem é mas* retrata um mercado de casamento. Nas guerras, a tribo vitoriosa matava os prisioneiros homens e as mulheres se transformavam em escravas reprodutoras, isso aumentava o potencial reprodutivo dos homens vencedores, lhes dando status.

A Ilíada de Homero, retratava as condições sociais de 1200a.c.. É um dos documentos que descreve o rapto e violação dos direitos da mulher, onde os homens discutiam a distribuição do espólio feminino. O rei Agamémnon abre mão de sua concubina favorita, Criseide e em compensação pede outra mulher. Como todas as prisioneiras já haviam sido reclamadas, o rei exige a concubina de Aquiles, Briseide.



Não se houve falar das prisioneiras nos livros de história. Não sabemos de seus sentimentos, não sabemos como se sentiam ao serem passadas de homem para homem como mercadorias.

No decorrer da história, a mulher passa a ser chamada prostituta, por causa das alianças entre homens, pactos militares, conjunção de forças para capturar uns aos outros. Não sei os motivos que hoje levam a mulher a se tornar prostituta. Alguns sentimentos arcaicos ela carrega.

Dizem que a mulher não criou a guerra. A guerra é criação do homem. Posteriormente os homens aprenderam a escravizar outros homens assim com faziam com as mulheres. Homens escravos eram melhores quanto mais músculos tivessem. Também não sei porque hoje os homens ainda mantém certos sentimentos arcaicos.

Homens como canibais, que comem uns aos outros.


Arthur Drummond

Virgínia Woolf, dizia que as mulheres são duras com outras mulheres e que quando elas se falam têm sempre uma carta escondida na manga. Acredito que existam muitas mulheres influenciadas por pensamentos masculinos. É, vivemos em um mundo capitalista e desse mundo resultou a "comparação" entre os sexos, mas nunca a equiparação. Somos seres únicos, homens e mulheres, cada qual devendo respeitar os limites do outro.

As mulheres não gostam das mulheres? Não seremos carrascas umas com as outras, primeiro mandamento, please?

A experiência da vida aparece para nos tornar melhores. No momento em que você pensa que já tem tudo, coisas novas aparecem em sua vida. Elas empurram, testam e desafiam você a crescer mais, aprender mais, fazer mais - ser alguém melhor.

Quando isso acontece, somos testados a acreditar que cometemos algo errado ou que perdemos algo. É difícil perceber que obtemos coisas boas dos momentos difíceis. A tenacidade fortalece o caráter e constrói a crença. E a medida que esta cresce, torna-se mais difícil você se abalar. Goste de você! Se você tem mais confiança em si, persiste com mais vigor seus objetivos, você acredita que tem direito de receber o que for para estar bem.

Enfrentamos desafios, resolvemos problemas, superamos as crises, porque temos a quantidade de crença suficiente para sustentar esses momentos e só sabemos disso quando somos testados. Eu diria que os melhores, são testados mais vezes ou que as provas mais difíceis são destinadas aos melhores alunos. Por essa razão, a medida que crescemos e avançamos no aprendizado da vida, os desafios aparecerão maiores.

Não pense no fracasso quando surgir uma dificuldade. Disponha-se a caminhar. Hoje eu me dedico a aprender, saber que cresço e melhoro cada vez que enfrento um novo obstáculo em minha vida.

"Num mundo em que os seres humanos têm tanto medo da "perda", existe um excesso de muralhas protetoras contra o mergulho na numinosidade de outra alma humana" (Mulheres que correm com os lobos - Clarissa Pinkola Estés)

Participe da blogagem, falando se gosta de ser mulher, se gosta de mulher ou se gosta apenas de ser. Pense, tente, anime-se!

Update *Ariane, esteve aqui e informou que a imagem que retrata um mercado de casamento é uma pintura de Edwin Long e se chama The Babylonian Marriage Market. Obrigada, Ariane! E aproveitem visitem o Observatório, um sítio que agrega links, divulgando blogues novos ou não.

Beijus,
Luma

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Até que o sexo nos separe

Por mais modernos, mulheres e homens são tradicionalíssimos com relação ao casamento.

Vejam a pergunta, que se tornou clássica, da mulher quando o homem chega em casa:

Foto: Mário testino

- Você está com fome?

E mesmo que a mulher não faça a pergunta, vejam a pergunta clássica feita por um homem quando chega em casa:

- O que tem para comer?

Será que nossas avós estavam certas quando diziam que homem se pega pelo estômago?

Partindo do princípio de que fazemos com os outros, o que gostaríamos que fizessem com nós; o homem no primeiro encontro, geralmente convida a mulher para um jantar.

Eu não quero fugir à regra, mas adoro quando o homem vai para a cozinha.

E para confirmar que nada, basicamente mudou, nos relacionamentos desde o tempo da vovó, é que uma mulher também se pega pelo estômago!

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"Vivi passou a olhar com atenção as calças que ele usava, pensativa, silenciosa. Um dia, surpreendeu-a contemplando as roupas dele no armário. Compreendeu que, se não tirasse as calças e ficasse inteiramente nu, iria perdê-la. Mas se as tirasse, também as perderia, a mulher diferente de todas as outras. Sentiu-se muito infeliz, pois estava num beco sem saída.

Um dia, depois de ficar nua, Vivi exigiu que ele tirasse as calças.

Tira hoje, ou está tudo acabado.

Ele a abraçou. Não posso, disse.

Você é um obstinado, disse Vivi se afastando, não quer se livrar dessa extravagância neurótica, nem eu implorando, como estou fazendo agora.

Se eu tirar as calças será o fim do nosso amor."

Excerto do conto, do livro "Pequenas Criaturas", de Rubem Fonseca

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Ela era eu, eu era ela. E sempre trocamos de lado. Porque “Somos formados e talhados por aquilo que amamos” (Johann Wolfgang von Goethe)

"Eu gosto de ser mulher" (Elas/eles)
ou
"Eu gosto de mulher" (Eles/elas)?

Veja x Luis Nassif

Veja viva a liberdade cultural.
Veja minha aguturação servical.
Veja o direito do movimento ameba-léxica-atual.
Veja a vertigem diante da poluição estética.
Veja a entoada da carne crua, injetada diretamente na veia.
Veja o vomite de ser oriental ao passar de aviões;
Veja os ícaros modernos querem povoar os céus.
Veja a doença do pretolear narinas.
Veja desmaiar antes de nascer, o ventre da mulher amada.
Veja o bêbado lavado.
Veja a expressão mais errada querendo erradicar o tudo.
Veja meu discurso do foda-se.
Veja laranjas assassinas.
Veja êxtase demencial, elípses no céu.
Veja saliva e saúva.
Veja ligações interplantárias e a incerção social do alienígena.
Veja reis morrendo de fome.
Veja a chuva chapada e lavada.

Afora a palavra Veja, o restante é um poema de Théroigne le Fay "enquanto passo mal de tanto beber na madrugada mais fria do ano" - porque é assim que me sinto, como um bêbado vomitando a incoerência de certas mídias.

Este blogue apoia Luis Nassif, um competente jornalista brasileiro - um dos melhores que esse país produziu - na batalha contra a revista semanal Veja.

A Revista Veja por mal resolveu processá-lo. Começa a batalha judicial e para conhecimento público, é necessário que as pessoas tenham acesso ao que realmente está acontecendo.

Para isso, Luis Nassif escreve semanalmente as denúncias que tem fundamentadas, contra a revista Veja. Este manifesto vocês têm acesso clicando na palavra Veja.

Mas porque repetir tantas vezes a palavra Veja e porque pedir para que os blogueiros solidários publiquem textos em que apareça a palavra Veja?

Conforme explica o Bender, mentor da mobilização:

"toda a vez que a palavra Veja aparecer no seu blog, ela deve ser lincada (sem nofollow) para o endereço
http://luis.nassif.googlepages.com.

Quanto mais gente fizer isso EXATAMENTE IGUAL, maior a probabilidade da denúncia do Nassif aparecer no topo das buscas por Veja no Google"

Acessem o Bender Blog para ficarem a par da mobilização. Ajudem o jornalista Luis Nassif a vencer essa batalha contra a revista Veja.

*E eu que pensei que essa semana seria docinho, docinho...

Beijus,
Luma

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