Rapidinhas em Clip/Blog This 2

Até que enfim!

McCaim & Obama

Ecological Day



Sir, don’t be afraid about love, image of Guzelilayda.
For who it loves, excesses are not sins.

Para quem ama, excessos não são pecados

Um resumo interativo do que aconteceria em nosso planeta se a raça humana desaparecesse. O que duraria para sempre?

An interactive summary. Without us on the earth, what traces of us would linger? What would disappear?

Este post faz parte da blogagem coletiva "Ecological Day" promovida pela Sonia do "Leaves of Grass" que acontece no ínicio de todos os meses. Participe!

Boa semana!
Beijus

Importando Folclore [update]

Pessoal, penso que não tem ocasião mais oportuna para responder a um pedido, feito no sistema de comentários, por uma pessoa que não deixou e-mail e, sei lá, tradução (?) não compreendi muito bem. Quanto aos significados das palavras que aparecem na cantiga "Escravos de Jó", tentarei ser breve, levando em consideração de que é sabida a letra da música:

Caxangá - tipo de jogo com pedrinhas ou ifá para tirar a sorte de quem seria o escolhido ou escolhidos à fugirem para o quilombo
Tira - os escravos que seriam tirados da senzala naquela noite de fuga
Põe - seria posto ou colocado em rota de fuga
Deixa ficar - ao jogar essas pedrinhas, as que sobravam seriam os escravos escolhidos para vigiar durante as fugas.
Guerreiros com guerreiros - escravos guerreiros filhos de pai José, reprodutor e guerreiro que lutava pela liberdade dos irmãos.
Fazem Zigue-Zigue-Zá- andavam e corriam em zigue-zague para escapar e confundir os capitães do mato durante a caçada aos fujões!

[update] - Parece que muita gente não sabe quem era Jó ou nem sabe da existência da música. Eu conheci como brincadeira de crianças, quando estamos esperando por algo e principalmente no almoço, sem que a mãe visse, passávamos os pratos de lá pra cá como se fossem caxangás. Mas pra quem não sabe, aí vai: essa era uma estratégia de fuga para os escravos dos quilombos na época da escravidão. Jó grande fazendeiro de café, possuía muitos escravos. Estes sofriam castigos e não podiam conversar durante a colheita e também na senzala á noite. A única forma de combinarem suas fugas era através de cantigas entoadas durante o trabalho e em algum dialeto para que os brancos não compreendessem. A língua dos escravos pode parecer estranha para nós nos dias de hoje e anos mais tarde, quando olharmos para trás e enxergarmos as mudanças na língua portuguesa - no campo das suposições, respeitando as mudanças sofridas, na linha de evolução de que é natural a qualquer língua - com a adoção do unificação ortográfica entre os países de língua portuguesa, sei não, acho que retroagimos no processo. Não vou entrar no mérito da questão, eu não gostei, mas a maioria é a favor e sabem do que falam, fico quieta - enfim, a língua portuguesa nos parecerá estranha?

“O diálogo das linguagens não é apenas aquele das forças sociais na estaticidade de sua coexistência, mas também o diálogo dos tempos, das épocas, dos dias, daquilo que morre, vive, nasce: neste plano, a coexistência e a evolução são fundidas, juntas, na unidade concreta e indissolúvel de uma diversidade contraditória em linguagens diversas.” (Bakhtine: 1999, 176.)

How "American" Is Globalization?

Este é o título de um livro super interessante publicado pela Universidade Johns Hopkins em 2006, que analisa e questiona se a globalização tornaria o mundo mais americanizado.

No índice, alguns tópicos importantes e cito alguns:

- No que menos os americanos pensam?
- O inglês ainda conquista o mundo?
- Filmes, programação televisiva (principalmente seriados)
- McDonalds
- Internet, distância comunicativa, blogues e tribalismos
- As companhias americanas dominam a economia mundial?
- A resistência da cultura local às outras culturas
- O trabalho e instrução
- Utilização da terra e impostos
- Corrupção e contrabandos
- O mercado financeiro e fabricação flexível
- Isenção de importação, fretes aéreos, fretes containerzados
- Códigos de barra, computação e logística...dá pra sentir que o livro é detalhista.

Vejam também que a necessidade para escrever esse livro, veio através de dados, daquilo que o autor captou no senso comum americano e sentindo que a cultura local não estivesse assim, tão apreciada entre outros povos.

Constata-se que a porcentagem da população do mundo que são nativos do inglês declinou 9.8 a 7.8 por cento. A porcentagem de nativos da língua principal do mundo, o mandarino, igualmente declinou ligeiramente, 15.6 a 15.2 por cento… os grupos de língua que aumentaram em porcentagem da população no mundo é o árabe e bengali, respectivamente 3.5 por cento e a 3.2 por cento. Os falantes Hindi aumentaram 5.2 a 6.4 por cento, espanhóis de 5.0 a 6.1 por cento.

O inglês como primeira língua caiu de posição, do segundo lugar para quarto, quando o segundo milênio terminou e, o mais relevante indicador reflete que mais e mais pessoas estão falando mais de uma língua.

A análise da língua é apenas um dos enfoques do livro, basicamente é fonte atual e definitiva no questionamento das culturas, se elas ganham ou perdem em suas respectivas áreas culturais. Como o livro ainda não tem tradução para o português, adianto que a conclusão final é de que o mundo não está se tornando americanizado e portanto, não tenham medo - brincar de 'Halloween' deve ser encarado apenas como uma mordida em um McDonald's.

McDonald's é citado no livro, como exemplo principal da globalização e suposta hegemonia americana no mundo devida à sua popularidade. Ademais o autor mostra, em uma série de estudos, que as culturas locais americanas são intrínsecas e resistentes às influências externas, como línguas, hábitos alimentares, utilização da terra, educação nas escolas e vários outros testes, de padrões sociais que determinam a extensão a que a cultura americana é importada ou adaptada às necessidades nativas.

Discutir a globalização pode ajudar a acentuar as nossas culturas locais, reforçando a nossa própria impressão sobre o que realmente importa - principalmente a nossa língua - Pode-se evitar o uso indiscriminado de termos em inglês? - Quem trabalha com computação sabe que isto é quase que impossível, mas podemos valorizar mais os filmes nacionais, a grade de programação televisiva local brasileira, adotar somente cardápios regionais brazuca (Chibés, vatapá, caruru, mungunzá, tacacá...vê, pão de queijo chega a ser 'light' comparado a tudo isso), banir de vez o 'egocentrico' rock americano...

Tá bom, sei que estou pegando pesado e já é quase impossível retroagir. Eu não ficaria sem o velho e novo blues-rock americano e não suportaria outros isolamentos culturais. Na verdade, podemos conviver com tudo o que vem de fora, não somente dos EUA. Faz parte do processo de interagir dentro de um mundo globalizado, mas o que o brasileiro precisa urgentemente, é valorizar mais as festas regionais, relembrar e comemorar no sentido exato da palavra, sua História.

Enfim, as tradições culturais de um povo não são abaladas se esse povo se leva à sério. O que falta ao brasileiro é acabar de vez com essa 'sindrome de vira-latas', evocando aqui Nelson Rodriguês.

*Sobre a 'Nossa Síndrome de Vira-latas' - leia excelente análise aqui.

*Para ler o livro How "American" is Globalization? de William Marling em versão e-book, aqui.

O texto acima contribui para a blogagem coletiva promovida pelo Ronaldo Santos do Vida Blog.


Você tem algo a dizer sobre o assunto? Participe!!

Estarei adicionando os links permanentes mais adiante, para minha comodidade e dos leitores do "Luz de Luma", a lista de participantes:

Pensieri e Parole por Meiroca, Leio o Mundo Assim por Andréa Motta, Acqua por Lunna Guedes, Universo Desconexo por Lys Figueredo, O mundo na luneta por *Renata, Saia-justa por Geórgia, Hippos por Luci Lacey, .Blog por Jorge C. Reis, Na casa da vovó... por Rosane, Juliu's Pub por Júlio Moraes, Lavanderia virtual por Juca, Lino Resende por ele mesmo, Diário de Iza por Iza, Meu Conto de fadas particular por Camila, Ironicamente perdedor por Zek, Jamille Lobato por ela mesma, Despindo Estórias por Tatah Santini, Aprendemos por Mikasmi, Cissa.EU, heim! por Ciça Donner, Fio de Ariadne por Vanessa, Annah World por ela mesma, Pensieri por Elvira, Entre Marés por Suzana, A Moça do Sonho por Du, Alma Poeta por Serena Flor, Mãe e muito mais... por Fernanda, Oscar Luiz por ele mesmo, Talma Simplesmente por Talma, Aprendendo Nihongo por Yoko, Lucas Oliveira por ele mesmo, Entre Amigos por Tetê, PoudBrasil por Douglas Fert, Coffe & Colloquy por Mateus Bonez, Coisas Nossas por Du, Auto-retrato por Karla Hack, KrekKrek por Krek, Sensata Paranóia por Urbano, O Cantinho da Borboleta Azul por Sõnia, Criança Genial por William Mendes, Carnaval por Biazinha, Vivendo de Histórias por Marisa Pimenta, Chronicles & Tales Unlimited (RED) por Cidão, Cidão 2, Blogosfera Solidária por , Arte e Fotografia por Gaspar de Jesus, Instinto Coletivo por Cristiano Miranda, O Blog do J.F. por ele mesmo, Blog do Beagle por Elzinha, O Grito, notícias por Renato Fernandes.

Boa blogagem!!
Beijus,

"Inútil dormir que a dor não passa"

sonhos

Você acorda cansada (o), desestimulada (o), sonolenta (o) e toma café pra ver se acorda! Tem excesso de tarefas, falta de tempo e cobranças? Ah, mas nós vamos corrigir isso!

As pessoas estão dormindo menos... Gente cansada, estressada, sonolenta e desatenta ao trabalho. É! A falta de sono está comprometendo cada vez mais as atividades do dia a dia. Sensação de cansaço ao acordar e aumento do apetite no decorrer do dia - o insone desconta na comida as noites que passa em claro e os especialistas alertam: quem não consegue fazer as coisas um pouco mais devagar pode estar sofrendo de uma síndrome do mundo moderno: a síndrome da pressa.

Se mesmo após o expediente não conseguem relaxar; se está sempre pensando no trabalho e no que fazer no outro dia; se a ansiedade o acompanha até durante as férias, de quem é a culpa? Quando se preocupa, pensa que está no controle das coisas?

Quem está sempre com pressa não pára para pensar se esse é um comportamento normal. Aceita a necessidade de fazer tudo muito rápido como uma exigência do mundo moderno. Mas os psicólogos alertam: esse quadro de ansiedade constante pode se transformar em doença.

A especialista Marilda Lipp que escreveu um livro sobre o tema, afirma que 10% da população brasileira é apressada compulsiva e 90% dos executivos sofrem do problema. A pessoa está sempre tensa, tem muita intensidade mental e física em tudo - vive pensando no momento seguinte - Ela não é uma pessoa que curte o momento presente. Ela vive em função do que virá.

Alguns sinais ajudam a identificar a síndrome: demonstrar impaciência e pouco interesse pelo que os outros falam, interrompendo sempre a conversa; assumir muitos compromissos ao mesmo tempo; segurar objetos com força excessiva são alguns deles.

Ser um apressado compulsivo aumenta o risco de infarto, úlceras, gastrites e pode prejudicar as relações pessoais. Alguns esquecem dos amigos e têm como desculpa a falta de tempo de ligar e conversar fiado.

Lipp diz que o prioritário é a pessoa entender o que ela precisa fazer rapidamente, e tentar ir mais devagar nas coisas que ela poderia fazer num ritmo um pouco mais lento. Não há remédio para isso; a pessoa tem que se conscientizar de seus limites e estabelecer prioridades. Na realidade, indo mais devagar, se realiza mais - "A síndrome da pressa não é uma doença, mas um comportamento que pode eventualmente desencadear doenças".

Como detectar se a pessoa tem estresse?

1. Fumar e/ou beber mais do que o habitual;
2. Passar a comer demais ou súbita perda de apetite;
3. Insônia;
4. Cansaço fora do comum;
5. "Pavio curto";
6. Dificuldade em tomar decisões que antes eram fáceis;
7. Dificuldade de concentração;
8. Apatia ou desinteresse anormais
9. Mudanças bruscas de humor.

Dicas para fugir do estresse:

1. Evite permanecer em ambientes tumultuados e barulhentos
2. Evite discutir assuntos polêmicos antes de dormir
3. Evite alimentar-se demasiadamente
4. Leia um livro ou revista que não comprometa o seu sono
5. Prefira filmes divertidos e leves
6. Ouça música calma ou instrumental
7. Seja uma pessoas positiva e, se possível, alegre. Aprenda a ver o lado menos negativo das coisas, livrando-se da tensão, ansiedade e aprendendo a relaxar
8. Lembre-se: fumar e beber aliviam momentaneamente a sua tensão, mas não solucionam o seu problema e ainda acrescentam mais um risco à sua saúde;

Conheça algumas atividades para relaxamento

Esportes: natação, hidroginástica, ioga, tai-chi-chuan, pesca, bicicleta, golfe, tênis, peteca, boliche, tênis-de-mesa (pingue-pongue), cavalgada etc.
Entretenimento: dançar, shows de música ou dança, teatro, cinema, televisão, leitura, parque de diversões, circo, etc. Longas caminhadas ou em trilhas, turismo ecológico, tirar férias regularmente: viajar, acampar para montanhas ou praias, sauna (hipertensos precisam consultar o médico). Namorar, bater papo com amigos, massagem corporal e cuidados estéticos também ajudam a se livrar do estresse.

Veja algumas dicas de como detectar e combater o estresse encontradas no site da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Clique aqui para saber mais ainda.

"É só dormir, que a dor passa"

Em última instância, uma receita tranqüilizante, reflexão de um dito popular. Aquilo que restaura o equilíbrio.

"Degavar, se vai longe"

Pressa não é sinônimo de eficiência e perfeição.

"Eu semeio o vento. Na minha cidade vou pra rua e bebo a tempestade" (Bom conselho, poesia e política em Chico Buarque, pág.197 - Editora Hucitec, 1982)

"Não corra atrás do tempo"

Beijus,

O luxo do lixo


Reluziu... É ouro ou lata

Formou a grande confusão
Qual areia na farofa
É o luxo e a pobreza
No meu mundo de ilusão

Xepa de lá pra cá xepei
Sou na vida um mendigo
da folia eu sou rei

Sai do lixo a pobreza
Euforia que consome
Se ficar o rato pega
Se cair urubu come

Vibra meu povo
Embala o corpo
A loucura é geral
Larguem minha fantasia
Que agonia... Deixem-me
Mostrar meu carnaval

Firme... Belo perfil!
Alegria e manifestação
Eis a Beija-flor tão linda
Derramando na avenida
Frutos de uma imaginação

Leba - laro - ô ô ô ô
Ebó lebará - laiá - laiá – ô

Reluziu...

Foi no carnaval de 1989 que no enredo da Escola de Samba "Beija-flor": “Ratos e Urubus larguem a minha fantasia”, que o carnavalesco Joãozinho Trinta, disse que do lixo saía a nobreza e que o pobre não gosta de miséria, lançou assim, a máxima “Pobre gosta de riqueza, quem gosta de pobreza é intelectual”.

Passados quase 20 anos, temos a certeza que o lixo é muito mais que restos não consumidos e inutilizados pelo homem e que a reciclagem além de reduzir o custo de uma nova produção, também diminui o impacto da poluição lançada no meio ambiente. Além do mais, o Brasil por ser socialmente desigual, plásticos, metais, vidros e papéis são materiais geradores de fonte de renda.

O nosso lixo é nobre quando também participa da constante busca por fontes alternativas na geração de energia; descobriu-se que os restos orgânicos são fonte de energia limpa e renovável, uma possível solução no crescimento desordenado de lixões e aterros sanitários, como também a não emissão de gases poluentes para a atmosfera. Como isto é possível?

Pessoal, eu quero ser otimista. Se Louis Vitton, Cartier, Tiffany, Piaget, Beaume&Mercier, Vacheron Constantin fazem bons negócios e planejam investir muito no Brasil, porque “Brasileiro gosta de luxo”, porque eu, brasileira, não posso explanar sobre o que eu acho deste 'luxo' e o que os empresários e os gestores públicos fazem em prol do meio ambiente? Deixa ver, mas não é somente por modismo e preocupações com o futuro; o lixo é muito caro e qualquer cidadão político que se preze quer ter uma usina de reciclagem e compostagem de lixo. Esqueceram da Máfia do lixo?

Mas vamos falar de trabalho sério; a Usina verde localizada na Ilha do Fundão, aqui no Estado do Rio de Janeiro, vem funcionamento desde 2004 em caráter experimental, utilizando tecnologia desenvolvida pela UFRJ em um empreendimento privado que recebe diariamente 30 toneladas de resíduos sólidos, vindos do aterro sanitário da Comlurb, no bairro do Caju.

Nesta unidade são seprarados os resíduos que podem ser reutilizados ou reciclados e o restante é incinerado em uma caldeira de recuperação de calor instalada no forno. Este processo de incineração diminui muito o volume de lixo, não desperdiçando manancial de material orgânico que também pode ser reaproveitado.

O gazes ácidos resultantes desta combustão são lavados com água alcalinizada, numa reação que transforma gases em sais minerais. 90% do peso do lixo é transformado em energia elétrica suficiente para abastecer 2.300 residências, com um consumo médio de 200 kW/ mês.

Essa energia através do lixo é considerada “subproduto” dentro do processo de destinação correta do lixo urbano, não sendo ainda um destino ideal para o lixo e não podendo ser comparada com hidroelétricas e termoelétricas, que possuem função exclusiva de geração de energia. No entanto dentro das políticas públicas de gestão limpa (redução, reciclagem e reutilização) esse tipo de sistema é melhor que os lixões e os aterros sanitários sem tratamento prévio.

A população contribuiria em muito neste processo, se houvesse uma separação prévia dos lixos – lixo seco do lixo úmido (orgânico) , que seriam feitos na origem e já com destinações diferentes; Após essa coleta seletiva de reciclagem, o material seco iria para as usinas de reciclagem, onde passaria por esteiras abertas com decomposição aeróbica, sem proliferação de vetores ou odores, resultando em adubo orgânico de ótima qualidade. A parte úmida do lixo que tem decomposição anaeróbica, iria para as estações de compostagem e biogestores, onde seriam produzidos os gases para geração de energia.

A população deve exigir uma melhor destinação do lixo, além das 'migalhas' que caem no chão de suas casas. Eu olhei o site da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro e lá eles garantem que junto ao Ministério das Cidades, existe um projeto de elaboração do Plano Diretor de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana e construção de aterros sanitários regionais que atenderão os municípios. E que para a erradicação dos lixões em todo o Estado do Rio de Janeiro, também foi criado um grupo de trabalho para analisar a destinação final dos resíduos sólidos da Região Metropolitana e a destinação dos investimentos. Investimentos do PAC...que não sejam apenas cabides de emprego ou mais um orgão para desvio de dinheiro público.

Na melhor compreensão da tag meme - Um meme é uma idéia que se espalha como vírus e que voluntariamente é reproduzida pelas pessoas, independente de indicações e tals - Quando li o post do Júnior Escalafobético falando do que era para ser lazer e que se transformou em 'ação de limpeza', achei oportuna a discussão e outras pessoas também acharam, como Carlos Jr. do Cejunior, a Flávia do Fotografando a vida, Luci do Hippos e o Cirilo Veloso do Simples Coisas da Vida que voluntariamente levantaram a questão em seus bloguinhos e que eu agora trago ao "luz".

A questão é: quanto dinheiro você gasta para produzir lixo?

[update] - Na próxima quinta-feira, dia 30, a Secretaria do Meio-ambiente do Estado de São Paulo promove em todo o Estado, um mutirão para coleta de lixo eletrônico. São 372 cidades cadastradas, somando 2.162 pontos de coleta para recolhimento de pilhas, baterias e celulares. Saiba os locais listados para coleta e participe!
Em algumas cidades do interior a coleta já começou. Campinas recolheu até agora 4 toneladas de material, o que demonstra que as espectativas de 10 toneladas para todo o Estado será superada. Todo o lixo recolhido será enviado para a Suécia e Bélgica, lugares onde existe tecnologia capacitada e apoio logístico da GM&Clog [saiba mais] e saiba também os lugares que funcionam para coleta o ano todo. Que esta idéia se espalhe pelo resto do país!

...em quietude, sem solidão

Leia o luz no seu celular
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Algumas coisas não têm preço

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