Ciberativismo

Ciberativismo é uma forma de ativismo realizado através de meios eletrônicos, como a informática e a internet. Na visão dos que o praticam, o ciberativismo é uma alternativa aos meios de comunicação de massa tradicionais, permitindo-lhes "driblar" o monopólio da opinião publica por estes meios, ter mais liberdade e causar mais impacto, ou é apenas uma forma de expressar suas opiniões (Definição: Wikipédia)

Muitas ciberações estão presentes atualmente na web - Os blogues cumprem a sua parte divulgando e os leitores com um simples clique são convidados a participar dos projetos que correm pela rede.



O Gabriel Dread veio me avisar do Projeto de Lei 01/2009, apresentado pelo senador Expedito Júnior (E-mail: expedito.junior[at]senador.gov.br) que altera o artigo 6º do Código de Proteção e Defesa do Consumidor, ampliando os nossos direitos. No rótulo das embalagens dos produtos alimentícios e etiquetas das peças de vestuário, deverão constar obrigatoriamente a composição, incluindo a indicação da existência de componentes de origem animal, dando ao consumidor brasileiro, o direito de escolha.

"A matéria foi enviada à Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde aguarda designação de relator. A proposta de Expedito Júnior poderá receber emendas dos senadores que integram a CMA e terá decisão terminativa nesse colegiado" (Iara Guimarães Altafin / Agência Senado) - Veja o PDF direto no site do senado.

Com o apoio do Senador Expedito Jr., Fábio Chaves, do site Vista-se fez uma carta onde expressa sua vontade de que a lei seja aprovada de forma rápida e prática. Você pode assinar a carta manifestando também o seu apoio ou se preferir, assinar uma petição elaborada pelo grupo Gato Negro, que além da aprovação do projeto-lei, pede a rotulagem adequada para cosméticos, produtos de limpeza e higiene. Assine a carta ou/e a petição e garanta o seu direito de escolha!



Tudo começou quando o senador Eduardo Azeredo com seu projeto de lei, pleiteava a obrigação da identificação dos usuários de internet antes de iniciar qualquer operação que envolvesse interatividade...

Ontem estava no twitter e li o seguinte tweet: "ALERTA GERAL: o deputado Regis de Oliveira da Comissão de Constituição deu parecer favorável ao Projeto do Senador Azeredo. É preciso agir!" (via @samadeu)

clipped from www.senado.gov.br
ENTREVISTA
11/07/2008 - 20h02
Azeredo: lei dos cibercrimes nos alinha com o primeiro mundo

A caminho de Belo Horizonte, no final da tarde desta sexta-feira (11), o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) disse à Agência Senado que seguia para o seu estado convicto de ter cumprido uma missão: a aprovação pelo Senado, na noite de quarta-feira (9), do projeto de lei que tipifica os crimes cometidos por meio de computadores, na Internet e em outros tipos de rede. Definidos em lei, os crimes passam a existir no mundo jurídico, dando aos tribunais instrumentos para punir ciberpiratas, estelionatários, pedófilos e aqueles que criam e espalham vírus com a intenção de danificar equipamentos, programas e arquivos.

O senador classificou as reações negativas ao novo texto, principalmente da Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet), como fruto de "interpretações equivocadas". Ele observou que o projeto aprovado, uma proposta substitutiva ao PLC 89/03, está em linha com a Convenção de Budapeste, firmada em 23 de novembro de 2001, na Hungria, e considerada por Azeredo peça fundamental na cooperação internacional para o combate aos crimes cibernéticos.

O texto aprovado no Senado ainda será votado, de forma definitiva, na Câmara dos Deputados, mas Azeredo acha que a ampla participação daquela Casa nos últimos entendimentos sobre o substitutivo deu ao projeto um caráter consensual [leia entrevista]
Quando o senador Azeredo é questionado - sobre o porque dos provedores de internet estarem reagindo negativamente ao projeto de lei sobre os cibercrimes, ele responde: "não sei o motivo... Talvez essas reações negativas sejam fruto de uma interpretação equivocada do projeto aprovado pelo Senado" e quando também questionado de tentar restringir a liberdade na internet, diz que à época, os trabalhos apresentados foram analisados parcialmente e que agora a redação foi aperfeiçoada para evitar interpretações equivocadas.

O texto do Projeto lei, que aglutina três outros projetos leis (76/2000, 137/2000 e 89/2003) , já passou na comissão de Constituição e Justiça do Senado, foi revisado e alterado várias vezes. Na atual mudança, as empresas de conteúdo e acesso; guardarão os dados da origem, como data e hora da conexão, repassando às autoridades mediante decisão judicial.

A jornalista Juliana Oliveira expõe as Controvérsias:

"No entanto, especialistas e até parlamentares consideram a proposta restritiva à liberdade dos internautas. Para muitos, entre outros aspectos, lei dará margem a proibição de condutas corriqueiras como transferência de músicas de um CD para o tocador de MP3 somente para uso pessoal.

Outros detratores contra o PLC dizem que as redes sociais abertas poderão ser proibidas, uma vez que o dispositivo cria uma série de determinações que bloqueiam as redes abertas e criminalizam condutas que são corriqueiras na internet.
Um dos parlamentares que mais condenam a “lei do Azeredo” é o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Para ele, três aspectos são inadmissíveis no projeto: a violação dos dispositivos de segurança, o alto controle sobre a internet e os dispositivos penais como estão redigidos.

José Portugal, chefe do gabinete do senador Eduardo Azeredo, esclareceu que a lei não se resume “apenas em limitar download de arquivo”. Segundo ele, trata-se de uma alteração na constituição penal, o que significa tipificar diversos crimes praticados atualmente na rede, mas que não sofrem punição por falta de jurisdição.
O assessor de Azeredo prefere não prever um prazo para a aprovação do projeto de lei. “A Câmara está cheia de coisas para fazer. Com a crise mundial, eles (deputados) não ficam muito preocupados com problemas como internet, mesmo sendo de extrema relevância”, conclui"


Valha-me Deux, um assessor deixar de responder uma pergunta com a desculpa da crise mundial! Como diz na minha terra: Kill Kill Palhaço!!
Até o momento temos mais de 139 mil assinaturas na petição, dezenas de blogs apoiando a causa com ações e organizações atuando contra este projeto, queremos mudar o panorama da democracia brasileira. O que você vai fazer?
Se não assinou a petição e não postou sobre o assunto em seu blogue, pode fazê-lo. Ainda é tempo! Pode também se filiar à comunidade Ciberativismo e acompanhar pelo SaferNet todo o processo.
Outras ações atualmente na rede:
Não Homofobia! "Iara Bernardi, Deputada Federal, criou em 2001 um projeto de lei que criminaliza a homofobia, e iguala a discriminação por orientação sexual ao racismo. Preste atenção: 2001. No fim de 2006, o projeto foi encaminhado para o Senado. O grande "progresso" foi o projeto ter mudado de PL para PLC.

Para contribuir no processo e deixar claro como é importante que essa lei seja aprovada, foi lançada uma petição virtual para acumular 1 milhão de assinaturas de adesão ao projeto de lei. Até agora, pouco mais que 30 mil pessoas preencheram o formulário com seu nome, e-mail, RG e CPF" - Contribuindo para um mundo melhor: BHY

Conheça a campanha, entenda, promova e participe!

A campanha brasileira "Homens Unidos pelo Fim da Violência contra as Mulheres", associada à Campanha Mundial da Secretaria Geral da ONU: "Campanha do Laço Branco", pretende engajar homens na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, principalmente no trato dos direitos das mulheres. Os homens se comprometem a contribuir na implementação integral da Lei Maria da Penha e nas efetivações políticas públicas visando o fim de qualquer forma de violência contra as mulheres. Contribua homem!
São várias as campanhas circulando na rede e não me extenderei. Vale ressaltar:
  • As últimas campanhas propostas pelo Greenpeace, pela WWF - Brasil e Avaaz - acessem!

  • O Ministério da Cultura, diponibiliza uma espécie de tutorial para ativistas - Blogando anonimamente (?) - Eu queria que alguém me explicasse isto.

  • O grupo ciberativista mais conhecido no Brasil é o Centro de Mídia Independente. Nossa versão nacional do Indimedya. O Centro de Mídia Independente mantém um site de notícias 24 horas, atualizado com denúncias, fotos e textos de livre reprodução de participação voluntária, também mantém rede implantada em computadores na periferia e em assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), engajados no trabalho de inclusão digital.

  • Outra rede de ciberativismo é a Global Voice, iniciativa sem fins lucrativos do projeto "Global Citizens Media" criado pelo Centro Berkman para Internet e Sociedade da Escola de Direito de Harvard. O projeto conta com profissionais com missão de ajudar pessoas a se comunicar em regiões onde forças maiores as impeçam e na divulgação de casos envolvendo censura e tirania espalhados pelo mundo, chamando atenção do planeta para os casos de cerceamento de liberdade.

  • Indico a leitura do texto postado no blogue Cibercultura no Jornalismo, escrito por André Lemos (professor da Faculdade de Comunicação daUFBA), onde ele explica o que é ciberativismo e dados curiosos sobre a sua origem. Vale a pena!
Use a rede para o bem!!

Alô, felicidade!

broken flowers

“É possível alcançar a mesma felicidade, com menos material de consumo, considerando:

broken flowers

mais qualidade, menos quantidade;
mais alta tecnologia, menos material de consumo;
mais amor e carinho, menos presentes;
mais tempo para as crianças, menos dinheiro trocado;
mais produtos duradouros, menos produtos descartáveis;
mais charme, menos maquiagem;
mais esportes, menos artigos esportivos;
mais animação, menos tecnologia de diversão...

... e assim por diante.”

(Gerard Gilnreiner é pesquisador austríaco - autor de "Estratégias de minimização de lixo e reciclagem e suas chances de sucesso" [s.n.t]. Cracóvia: Universidade de Cracóvia, 1992)

broken flowers

Você está preparado para a felicidade sem artifícios?

Imagens: cenas do filme Broken Flowers. Comédia de 2005, realizada por Jim Jarmusch.

Beijus,

Ecologia Humana e a Inclusão Social

Veja as situações apresentadas na figura ao lado.

Você se enquadra em alguma delas? Alguém da sua família? Não? Que sorte!! Sorte mesmo, tente se colocar nestas situações e tendo que transitar por lugares públicos mal conservados e de difícil acesso.

Facilitar o acesso para todos é respeitar o direito de ir e vir dos cidadãos, independente se obesos, idosos, mulheres grávidas, pessoas acidentadas, crianças ou com qualquer deficiência.

A ecologia humana é algo bastante complexo se estudada profundamente, envolve todo tipo de relação do homem com o meio ambiente, tanto físico, quanto a metafísica e não vou me aprofundar. Somente quero que entendam que a responsabilidade de transitar, viver, cuidar, explorar, observar...depende somente do modo como cuidamos do mundo. Somos responsáveis por cada passo que damos e ao nosso redor devemos acatar a harmonia e procurar o bem viver.

A degradação do meio ambiente é proporcional à desvalorização humana
. Você se valoriza, certo?

A ecologia humana se volta para o "meio ambiente interno" do ser humano, significando que o "meio ambiente externo" não está só e que existe uma dinâmica de interação, contínua entre o meio ambiente externo e o nosso meio ambiente interno, somos formadores do universo e devemos respeitar suas leis e dinâmicas. Como isto é possível?

Primeiro respeitando o nosso rítmo natural (relógio biológico) e resgatando as coisas simples que a natureza oferece e, se a vida nos oferece um ambiente hostil, agitado e competitivo, somos os responsáveis por tudo isto que está acontecendo a nossa volta; quando caminha é responsável por onde bate a sua sombra. Eita, não vai querer andar somente ao meio-dia!!

O Homem é o transformador do ambiente e o resultado dele ou ¿Estaríamos preparando o mundo para recebermos alienígenas? É o que parece, porque a cada dia fica mais difícil respirar, transitar e nem digo das relações humanas.

Que tals caminhar pelo seu quarteirão e anotar o que deve ser harmonizado? Uma calçada mal cuidada pode levar a acidentes e o responsável pelo ressarcimento dos danos físicos ou materiais não é a prefeitura e sim, você ou o seu vizinho. Como anda a sua calçada?

Eu resolvi falar da acessibilidade como ítem para inclusão social, justo porque todos podem participar, exigir das prefeituras ou canais de fiscalização, garantias de acesso em edificações e instalações.

Se você não sabe, acessibilidade, é toda "possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos"(NBR-9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT)

E quando falamos em acessibilidade voltada para a pessoa com deficiência e mobilidade reduzida, estamos falando de acesso à educação, à saúde, ao transporte, ao emprego, ao direito de circulação nas vias, prédios públicos e privados, mas não de piedade. A piedade é o último dos sentimentos que uma pessoa deficiente gostaria de estar relacionada.

A Lei de acessibilidade foi regulamentada através do Decreto Lei 5.292 de 02 de Dezembro de 2004 e estabeleceu normas gerais e critérios básicos para promover ações voltadas para a inserção e melhora da qualidade de vida das pessoas deficientes. Passou a obrigar os conselhos regionais de engenharia a exigirem a responsabilidade profissional, declarada na anotação de responsabilidade técnica, fiscalizando as atividades dos projetos arquitetônicos e urbanísticos, desenvolvendo ações de conscientização e capacitação voltadas para os profissionais do conselho, atendendo assim as regras de acessibilidade. O mais importante é que os profissionais atuem como auditores e os agentes de fiscalização do Crea de cada Estado sejam treinados a vivenciar as dificuldades encontradas pelos deficientes no dia a dia.

Eu ia listar as formas de garantia de acesso e aspectos que devem ser observados em relação à acessibilidade nos diversos tipos de edificações e instalações, além da acessibilidade arquitetônica que não diz respeito somente da criação de rampas. Acessibilidade não é somente isto, mas não posso listar aqui por ser informações disponíveis somente para os profissionais da área. Posso indicar um link para que entre com o seu registro ou quem não é da área de engenharia e se interessar sobre essas formas de acesso sob o olhar da lei vigente, me mande um e-mail pedindo.

Este post faz parte da Blogagem Coletiva "Inclusão Social" e quem estiver a fim de saber mais sobre o assunto - até mesmo a definição do termo, que eu não fiz - acesse o blogue €sterança, onde encontrará também a lista com os outros participantes da blogagem. Participe também!

Não se esqueça que ter uma consciência global das questões que o mundo apresenta é se preparar para assumir posições afinadas para a sua proteção e para a proteção das pessoas que ama. Inclusão social pode não lhe interessar hoje, mas você pode precisar dela amanhã.

Boa blogagem!
Beijus

Muito prazer pelas conquistas, mas eu quero muito mais!

Em 1949 com a rebelião da subjetividade, passamos uma rasteira no conservadorismo e atravessamos os últimos 60 anos discutindo questões fundamentais para o desenvolvimento social. Na informalidade, nós mulheres conseguimos anteceder teorias sociológicas e lutamos contra a indiscriminação no trabalho, violência doméstica e dupla jornada de trabalho.

Neste meio tempo a mulher saiu do Bunker doméstico atrás de respeito, emprego, salários justos e melhora na qualidade de vida. Com brigas concretas e o estresse da combinação: casa + família + trabalho, lamentamos um país que parece funcionar melhor para eles.

Temos pouca representação no congresso, porque mesmo constituindo 49,8% do eleitorado do país, apenas 24% deste eleitorado votam em mulher – nos tornamos vulneráveis quando não cultivamos nossas lideranças – o mais curioso, mesmo com número reduzido de deputadas e senadoras, temos força política, justo porque as mulheres mais escolarizadas, possuem importante representação nos setores mais progressitas de nossa sociedade.

É isto, rompemos a barreira cultural mas a política, por ser um reduto machista com desequilíbrio de gênero, continua fechada a nossa participação conforme gostaríamos. Participamos da redemocratização, mas não nos oferecem muitas pastas no governo.

Por essa questão, esse desencantamento político, preferimos andar desatreladas das falsas promessas e procuramos realizações na vida privada. Podemos dizer que demos um salto, uma sapatada nas velhas culpas.

Em oposição ao debate bizantino das religiões que governam em paralelo o país; passamos a fazer uso de métodos contraceptivos, mesmo as esterilizações e 80% das mulheres atualmente são favoráveis ao aborto legal atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O pior de tudo nessa nossa evolução é que a Aids se propaga entre a população feminina - a cada três novos casos, um é na mulher. Crescem também os casos de lesão por esforço repetitivo (LER) e o consumo de antidepressivos, no total de 80% dos casos.

Sabendo administrar a própria vida; a satisfação com o sucesso profissional, repercute no sucesso também da harmonia familiar.

Nos tempos de Chiquinha Gonzaga, ela afirmou: “Mesmo o mais imbecil dos homens considera-se semideus diante de uma mulher”

A cada nova década, essa frase mereceu ser reformulada, porém a mesma opinião as mulheres têm dos imbecis, quando a estes faltam argumentos e respondem com o braço forte do espancamento. A nossa opinião sobre o que é ser um verdadeiro homem, passa longe da força que eles demonstram nos braços.

Se o passado convive com o futuro dentro do processo da afirmação feminina, não podemos nos declarar “vítimas do sistema”, pois isto faz esvaziar todo o discurso de libertação e de sermos donas de nossas vidas. Somos vítimas de nós mesmas quando não revolucionamos, não colocamos em prática nossos pensamentos.

Em contrapartida, o que antes era natural passou por transições. E hoje, homens e mulheres, se perguntam: - O que é ser uma mulher?

E a resposta vem a seguir, quando também nos perguntamos - O que é ser um homem?


imagem

Este post está programado, então desde já parabenizo todas as mulheres pelo dia 08 - Dia Internacional da Mulher - e em especial três mulheres sensíveis, inteligentes, maravilhosas...elas possuem muitos mais adjetivos, que não caberiam aqui. Parabéns pelos aniversários: Beti Timm, Georgia Aegerter e Jaqueline Sales.

Deixo para vocês as palavras de António Lobo Antunes: "Esquecer uma mulher inteligente, custa um número incalculável de mulheres estúpidas"

Continuem únicas! E felicidades!

Feliz dia!!
Beijus,

"Earth Hour" and "Shutdown Day"



Hora do Planeta/60 minutos de luzes apagadas em todo o planeta com o objetivo de chamar a atenção do mundo para as questões ambientais. O evento acontece no dia 28 de março, entre 20h30 e 21h30 e o Brasil participa pela primeira vez.
Hora do Planeta 2009


Conhecido internacionalmente como Earth Hour, trata-se de ato simbólico, envolvendo pessoas, empresas e governos, conscientizando sobre a importância da adoção de hábitos cotidianos que combatam o aquecimento global.

A energia elétrica é uma das grandes causadoras das mudanças climáticas e do aquecimento global, respondendo no mundo todo pela emissão de 44% dos gases que provocam o efeito estufa. Para termos um futuro sustentável, precisamos adotar medidas de utilização desta energia de forma mais eficiente em casa e no trabalho.



O Shutdown day (Dia mundial dos desconectados) foi criado pelos canadenses Denis Bystrov e Ashutosh Rajekar e este ano será comemorado no dia 02 de Maio (Sábado). No site, eles pedem aos internautas que fiquem um dia desconectados e estimam em cálculo, o quanto de energia elétrica será economizada com esse gesto simbólico.


No ano passado, o Jornal de Debates lançou a seguinte pergunta, para ser respondida um dia após o evento: O que você fez no ShutDown Day?

As respostas foram bizarras e a que mais me chamou a atenção foi a que começava assim: "Foi um dia muito estranho pra mim, até volta no quarteirão eu dei".

Sabemos que com o uso exagerado do computador, os exercícios físicos ficam em segundo plano, levando à obesidade. É, dizem que computador engorda! Estaremos produzindo lixo humano? Oras, tudo bem! Quando morrermos, viraremos puro osso e ao pó retornaremos.

Eu estou brincando, mas é sério! O ShutDown Day foi fundado com o propósito de espalhar consciência sobre os perigos que se encontram no uso excessivo da televisão, dos computadores, web sites sociais, video games, telefones sem fio, players de músicas, etc..

A reflexão é sobre o que o computador fez mudar sua rotina e as coisas boas, como atividades ao ar livre, esportes, amigos e família foram perdidas ou deixados para segundo plano. E fazer lembrar que ainda existe um mundo agradável fora da tela do ecrã.

Hospitais, escolas, Bancos, mercados de valores, escritórios e entidades dependentes de computador estarão longe de participar do evento. O intuito é agregar ao movimento consumidores passivos de tecnologia, principalmente de computadores e fazê-los olhar pela janela, refletir, recordar as coisas boas da vida e deixar visível os efeitos desta atitude.

Veja a participação do Brasil no ano passado, na imagem abaixo:


Divulguem e participem!

...em quietude, sem solidão

Leia o luz no seu celular
get click

Algumas coisas não têm preço

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Me leve com você...

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