Meu consumo é consciente

consumo sustentável

O Consumo sustentável baseia-se na prática de exploração dos recursos naturais ou não, ou daquilo que existe disponível, sem prejudicar o equilíbrio entre as comunidades humanas, o meio ambiente e a biosfera.

Projetos sustentáveis podem ser implementados até mesmo dentro das empresas, onde as atividades humanas são altamente impactantes para o meio ambiente ou que estejam condenadas pela ação predatória dos recursos disponíveis. Se podemos fazer isto a nível de empresas, porque não fazemos à nível familiar? Vamos tentar corrigir nossos maus hábitos?

Do dia 24 a 30 de Agosto, a Cybele Meyer coordena a blogagem coletiva exposta no selinho acima. Quer participar? Acesse o link, avise da sua participação e publique dentro do prazo estipulado. Escreva quantos posts quiser ou se não tiver um blogue e tiver twitter, publique lá com a tag #realsustentavel. Se não tiver blogue ou twitter, pode dar suas dicas nos sistemas de comentários dos blogues participantes. Vamos promover o consumo sustentável?

Solarize-se!!

A energia vital e interminável do sol não serve só para dourar corpos ou deixar tudo mais bonito. Ela também é a melhor substituta para a eletricidade, já que não polui e é renovável. É possível utilizar energia solar na casa toda, e muitos empreendimentos comerciais e industriais também o fazem, mas para isso você terá que fazer um investimento inicial.

Quem tem ambições ambientais mais modestas pode começar com o aquecimento solar da água, bastando para isto, somente de placas de captação e um reservatório térmico colocados no telhado para dar adeus aos chuveiros elétricos e consequentemente, a até 30% de sua conta de energia.

Pesquisei em uma empresa local, soube que o valor do kit varia de acordo com a quantidade de água que se necessita aquecer e de quantos chuveiros e torneiras de água quente utilizarão essa água. Um kit para uma família de três pessoas com dois banheiros e sem banheira, custa em torno de R$1.300 - com um reservatório de 200 litros, ou seja, para quem não toma banhos curtos e mais R$300 pela instalação. Seu investimento retorna no prazo de 03 (três) anos e o equipamento dura cerca de 20 anos.

Ademais, no inverno é super agradável ter todas as saídas de água aquecida, porém no verão é mais fácil economizar os recursos naturais, veja:
  • tomando banho frio e aproveitando os dias longos para manter as luzes apagadas por mais tempo.
  • Ao invés de usar o ar condicionado, abra as janelas. Com exceção nas viagens de carro, pois neste caso, com ar desligado e janelas abertas, gasta-se mais combustível.
  • Entre viajar de carro ou de avião, prefira carro ou trem para poluir menos.
  • Ao preparar churrasco, prefira carvão ecológico e compre somente produtos biodegradáveis, inclusive quando for escolher o filtro solar.
  • Leve consigo um carregador solar (solio) para carregar baterias de seus equipamentos eletrônicos, porque também, nem sempre você tem uma tomada para carregar seus aparelhos.
  • Leve lixo da praia ou da rua para o seu destino certo. Não deixe seu lixo nos lugares públicos.
Você pode promover pequenas ações em seu comportamento pensando no futuro; Como pegar ou dar carona, andar de bicicleta ou à pé, usar transporte público ou usar carros flex, fazer manutenção periódica do seu carro e não lavá-lo com mangueira. Álias, jogue a mangueira no lixo.

Lance olhares para o seu bairro, ele é sustentável? Analise os fatores que contribui para a poluição que afetam os seus 5 sentidos, como a poluição do ar, visual, auditiva... barulhos ou ruídos altos, calçadas mal conservadas e falta de arborização para produzir sombra, terrenos baldios, desnivelamento que deixam águas paradas, falta de bueiros, ciclovias e etc.. Ajude a elejer um representante do seu bairro perante à câmara de vereadores.

O melhor lugar para se viver existe e cabe a você ajudar a definir as características deste mundo melhor! O que você tem feito?

Melancolia - A dor de existir



Uma tristeza sem fim. Essa é uma das facetas mais evidentes da melancolia. Um sentimento que Freud chamava de "A ausência que dói". Na melancolia – um surto de ordem psicótica - um inexplicável sentimento de auto-acusação que resulta da apatia e negativismo constantes. Perde-se a vontade de viver.

É comum confundir os melancólicos com os deprimidos. Mas ao contrário da depressão – que é reação a uma perda – o melancólico perde o desejo de viver. Nada é muito interessante, a vida perde o encanto e o brilho.

A princípio pode parecer que a melancolia não passa de um grande baixo-astral. A característica básica desse processo é que o indivíduo se recrimina, sente-se como o causador de todos os seus problemas. É um processo dramático. A pessoa sofre, se torna dilaceradamente triste, passa a falar menos, chega a pensar que não merece viver porque arruinou a vida da família. Quando sai do surto, nem entende bem porque via as coisas daquela maneira.

O medo de perder tudo e arruinar-se, o olhar distante, a vontade de ficar só e a sensação de impotência podem ser alguns dos sintomas do surto. Em quadros mais graves, chega-se ao completo imobilismo, precisando então, de acompanhamento psicoterápico.

A melancolia pode levar ao suicídio mais rapidamente que a depressão. Quando o paciente sai da fase de estupor, não é raro a tentativa de suicídio.

Sentados ou deitados por longo tempo, sem sair da cama mesmo para fazer as próprias necessidades, a sensação que se tem é a de alguém está negando a própria existência.

A Melancolia, na Grécia antiga era sinônimo de humor negro. A Filosofia tinha uma outra definição; para Aristóteles era o mal dos homens de gênio. Há quem diga que manchas roxas no corpo tem um único sintoma: melancolia.

No meio psiquiátrico e psicanalítico há controvérsias em relação à causa da doença. Algumas teses atribuem o surto a uma disfunção dos neuro-hormônios, ou seja, uma alteração química do organismo. Para a psicanálise, ela está ligada à problemas nas estruturas psíquicas do paciente, que surgem ainda na primeira infância.

Há uma falha estrutural na constituição do desejo, naquele desejo que move, faz seguir em frente, no referencial transmitido pelos pais, que muitas vezes, é apreendido pelo filho de forma negativa.

Na França, a psicanalista Marie-Claude Lambotte causou polêmica com seu livro "O discurso Melancólico", em que descreve o fenômeno como uma falha na formação da identidade da criança, na primeira infância, devido à falta da figura simbólica da mãe.

Alguns melancólicos saem do surto e entram numa fase de euforia, a exemplo da psicose maníaco-depressiva. Alguns saem do surto melancólico e entram numa fase de mania e são medicados com anestésicos para romper uma vigília de vários dias insones.

Não existem quadros de mania sem fases de melancolia. O mais importante de tudo isso é que a pessoa não pode perder o "desejo". O mesmo desejo que os pais passam para os filhos com relação à vida. O desejo dos pais pelos filhos. O desejo por um ideal positivo.
 
Este texto dedico à todos que procuram Paz interior!

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