Toda vez que ouço falar em público-alvo, me lembro de Tom Zé; diz ele que quando ouve "público-alvo", se abaixa com medo de levar um tiro. Pois é isso mesmo! Para a publicidade, o sujeito é um objeto, um alvo.
Acaba sendo uma chatice que as pessoas ao fazerem referência às datas festivas, o façam atrelando a um evento comercial, mas pelo bem da "sobrevivência do comércio" que faz a economia girar, convenhamos que não é preciso ter um pouco de inteligência para entender a necessidade da máquina continuar girando. Cada um "compra" a ilusão que cabe seu bolso. Caso contrário, recicle!
Deixemos a chatice de lado - ou os chatos - e vamos ao que interessa. Afinal, o amor não precisa de muito, ele se basta!