Nunca fui timida

Mônica Montone

A fotinha acima é resultado de uma brincadeira que fiz com uma foto original da Mônica Montone. Apesar de ter pedido autorização para publicar, não avisei que iria modificá-la. Bem, é que a Mônica é uma mulher que vale por duas ou várias. Quer vê-la irritada, chame-a multimídia! (não encontrei o texto que fala sobre isto). Calma, calma, mas não é? A Mônica canta, dança, atua, escreve, entrevista... produz muita coisa e ainda arruma tempo para blogar e twittar.

Se você ainda não conhece o trabalho da Mônica, pode acessar qualquer um dos links acima e deles sairá satisfeito(a). Se concordar comigo, pode acessar este outro link, que te levará ao "Prêmio Multishow" e indicar a Mônica Montone, na nova categoria criada chamada 'Experimente'. Existem outras categorias que você pode encaixar os demais artistas de que gosta.  Vota! Vota! Vota na Mônica Montone!

Segundo o regulamento da 17ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira, as escolhas acontecem em duas etapas. Nesta votação que indico que votem na Mônica Montone, o público escolhe os destaques nacionais de 2009, entre os dias 22 de fevereiro e 23 de maio - Quase terminando o prazo!!

Na segunda etapa que começa em seguida, a escolha será feita entre os cinco mais votados em cada categoria concorrida anteriormente, computados os votos pela internet até o dia 22 de agosto.



Bem, bem, bem ... não sou uma pessoa muito tímida, mas nem sempre foi assim! Fiz um trabalho bom, esforçado para deixar de lado esta característica da minha personalidade, que me atrapalhou e pode atrapalhar qualquer pessoa, seja na vida privada, quanto pública. A melhor conversa é consigo e reafirmar perante o espelho que tudo não passa de mera imaginação: Não somos o centro do universo e ninguém está prestando atenção no que fazemos. É nisso que devemos acreditar se quisermos enfrentar situações em que a mão transpira e você sente que acima do pescoço tudo aquece. Nestas horas vá em frente e esqueça a 'plateia', pense na situação de estar perante o espelho - tudo não passa de mera imaginação: Não somos o centro do universo e ninguém está prestando atenção no que fazemos. Afinal, o mundo faz de conta!

Talvez por causa desse traço na minha personalidade, não gosto de pessoas bisbilhoteiras e que falam demais - Quem fala demais, invariavelmente fala o que não deve ou quando esgota seu repertório pessoal, passa a falar da vida dos outros. Talvez por ser circunspecta, atraio gente que fala demais, faz barulho demais e... ah, gente louca! Como tem gente louca neste mundo!

Por estar rodeada de gente barulhenta, mesmo no aconchego do 'lar', onde o 'metal' corre solto, gosto de me refugiar em locais quietos - alto da montanha e fundo do mar, por exemplo - Tenho vício em mergulhar e fico muito tempo debaixo dágua - Só não mergulho quando o mar está batendo e para ser feliz, uni o útil ao agradável, agregando o esporte ao meu trabalho - vivo uma 'vida dupla' trabalhista, dentro e fora dágua. Tenho que manter corpo e mente saudáveis e, para ganhar capacidade respiratória e tônus muscular, pratico natação em piscina, todos os dias da semana.

Você quer saber porque estou contando essas coisas sobre mim? É que fui marcada por alguns memes:
Todos os memes possuem regras, tais como listar as 'coisas' e 'links' indicados. Não vou indicar, para não correr o risco de ver alguém torcendo o nariz porque 'odeia essas coisas chatas de blogues' e não listei as 'coisas', porque acho chato listar 'coisas' smile

Eu poderia listar fatos da minha vida, minhas qualidades e defeitos, coisas que gosto e não gosto, mas quer saber? Não quero ser repetitiva. Acho que muita coisa já foi dita neste blogue sobre a minha pessoa e mesmo quando o assunto do texto não envolve falar da minha pessoa, nas entrelinhas é passado o meu modo de ser e o que sinto no momento.

Por exemplo, as músicas que posto, pode surpreender quem não me conhece pelo meu gosto eclético e este gosto eclético adentra todos os outros setores da minha vida, não deixando a rotina se tornar banal. Lógico que também tenho os meus rituais - o ser humano se sente seguro com essa prática - Porém deixo os rituais para os momentos especiais!

Independente de tudo que disse acima, quero contar um fato da minha vida: - Desde que me conheço por gente, tenho os cabelos compridos e quando eu era pré-adolescente, muito preocupada com a aparência, o físico se modelando, eu me interessando de forma diferente pelos meninos... a minha mãe cortou o meu cabelo rende na nuca, num channel com as laterais alongadas e a franja toda desfiada!

Deixe-me dizer, aquilo me traumatizou de tal maneira e foram dias difíceis, dias em frente ao espelho dizendo pra mim mesma: tudo não passa de mera imaginação: Não somos o centro do universo e ninguém está prestando atenção no que fazemos.

Mas há alguém que precisamos prestar muita atenção: Grace Olsson.

Ela precisa voltar para a África para mostrar às crianças refugiadas, que existe um lugar melhor para viver, um outro mundo possível. Para tanto, ela está arrecadando fundos para essa volta. Quem estiver interessado, pode ajudar comprando o livro ou se você tiver outra opção de ajuda faça contato direto com a autora.

Livro: Crianças Refugiadas em Moçambique, um Drama na África
Autor: Grace Olsson
Categoria: Denúncia, Crítica Social
ISBN: 978-85-62442-02-5
Preço: R$ 22,00 + despesas de remessa.
Venda: Editora Novitas

A Grace é amiga blogueira e neste livro colheu, especificamente em 47 países africanos e campos de refugiados, dados e fotos sobre a situação das crianças refugiadas na África e por conta desta pesquisa, conheceu e assumiu a tutela econômica de 8 (oito) crianças Ruandesas que vivem no Campo de Refugiados de Moçambique.

Sonhos precisam ser alimentados!
Bom fim de semana!

Sapos, rãs e pererecas...

No último dia 15 (maio/2010) um incêndio no Instituto Butantan, destruiu 500 mil espécies de animais que faziam parte de uma das principais coleções preservadas para pesquisas no mundo; percebi o quanto as pessoas associam o instituto aos serpentários e viveiros com centenas de cobras; os anfíbios aos sapos e de Vital Brazil, pouco conhecem da contribuição deste brasileiro nas pesquisas científicas e educação ambiental.

O Instituto Butantan (@Butantan) está fechado, de luto, mas quem estiver em São Paulo, pode visitar a exposição "O Pulo do Sapo", uma parceria entre o Museu do Instituto Butantan, Museu de Zoologia da USP e o Zoológico de São Paulo, onde é mostrada grande quantidade de variadas formas de vida sobre a terra.

A exposição surgiu do estímulo dado pela campanha internacional iniciada pela Wildlife Conservation Society (WCS) - Sociedade para a "Conservação da Vida Selvagem" - que possui vários programas educacionais de alerta sobre a vulnerabilidade dos animais que são ameaçados pela poluição, desmatamento e mudanças climáticas, dentre eles, os anfíbios ameaçados de extinção; foi definido o ano de 2008 como o "Ano do Sapo", para alertar os povos sobre o desaparecimento de sapos, rãs e pererecas. Vale a pena conferir a exposição que devida a importância, se tornou permanente na Fundação Parque Zoológico de São Paulo.

princepesco
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Os anfíbios estão atraindo a atenção de biólogos do mundo todo, por serem importantes predadores de insetos e indicadores da qualidade de vida na terra e na água (anfíbio do grego anphi = duplo + bios = vida, que significa “vida dupla“) - por possuírem a pele muito fina, logo são sinalizadas as mudanças climáticas devido ao aquecimeto global.

Em vários lugares no mundo a sua população vem diminuindo, ameaçando a sobrevivência de algumas espécies em alguns locais. O desaparecimento está mais acelerado nos Andes, na Austrália e na Mata Atlântica, sempre abaixo de 600 metros de altitude.

O fenômeno é global e ainda não tem explicação, embora já possa-se antever algumas consequências. Algumas dessas espécies habitam apenas uma região e se elas forem extintas perde-se um patrimônio genético cujo potencial ainda não foi avaliado.

A proliferação de insetos causadores de doenças pode ser outra das consequências do declínio da população de anfíbios. Isto já está ocorrendo na região sudeste do Brasil, onde a perereca Centronella surda está desaparecendo. As larvas desses pequenos anfíbios se desenvolvem junto com as larvas de mosquitos transmissores de doenças. Para exterminar os insetos, o homem usa larvicida e acaba matando as larvas dos dois animais. A longo prazo, no entanto, os mosquitos podem vencer a guerra.

Risco maior está correndo, entretanto, a Phillomedusa ayeaye, conhecida apenas na região de Poços de Caldas (Minas Gerais), onde há radioatividade natural proveniente do urânio que existe no local (alerta às Usinas de enriquecimento). Embora ela possa vencer a radioatividade, está perdendo a luta pela sobrevivência para o homem, que está reflorestando a área com eucaliptos e alterando, com isso, as condições ambientais do local.

Corre o risco, portanto, de ser a segunda espécie de anfíbio a entrar para o "Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção" [clique no link para baixar] - uma publicação organizada por várias instituições ambientais do mundo. A primeira, a Melano phryniscus, mais conhecida como "flamenguinho", que só era vista na região de Itatiaia (Minas Gerais), não está mais tão ameaçada. Ela foi encontrada também em outros locais. Espécies que habitam diversos locais podem ser extintas em algumas regiões e sobreviver em outras. Não é o caso da Phillomedusa.

Os anfíbios foram os primeiros tetrápodes - que incluem ainda répteis, aves e mamíferos - que sofreram, ao longo de dezenas de milhares de anos, modificações estruturais para viver na terra. A passagem da água para a terra foi lenta e progressiva. Os primeiros anfíbios conhecidos do Devoniano (período que começou há 400 milhões de anos e terminou há 340 milhões de anos), estavam mais para peixe do que para sapos.

sustentabilidadeDia Mundial da Biodiversidade - Para chamar a atenção de crianças e adultos para a importância da proteção da biodiversidade brasileira e da crescente da taxa de extinção de animais, 15 jardins zoológicos de todo o Brasil terão atividades especiais, neste sábado (22/05), em comemoração ao Dia Internacional da Biodiversidade [leia+]

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- Problemas ambientais: temos consciência da influência dos mesmos em nossa vida?
- Porque o homem se acha dono da terra, muda todo o ecossistema para dizimar espécies que levaram anos para evoluir? E o Brasil passará a enriquecer urânio para o Irã...

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