Constância

Papai do céu existe sim!! O Chato voltou a postar!!

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Download para os fãs Amy Winehouse podcast

A quem possa interessar: últimas notícias sobre Ana Virgínia, no blogue da Luci Lacey - motivo da postagem anterior a essa. Acessem o site Vidas Alternativas. Queremos que os direitos dos cidadãos sejam respeitados, simplesmente! Ah, é o seu direito.



Boa semana!!!
Hoje sem beijus,
Luma

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Se a alma é pequena



Esta mensagem estava hoje no meu e-mail. Veio a calhar. Eu estava para falar de assuntos delicados, como certas picuínhas, umas bobeiras que tenho presenciado pela blogosfera; Blogueiros que aparentemente não têm com o que mais se preocupar, miguxos que fofocam nos bastidores, coisas assim. Como nada disso me afeta e não sou adepta de sentimentos "feios" reservo a minha indignação no minuto que me presto a isso. Se alguém quiser me malhar covardemente, malhem bastante! Não me contento com pouco. Aos envolvidos peço que caridosamente canalizem suas energias para algo que realmente possa contribuir para melhorar seus mundinhos, mas se o seu mundinho anda tão ressequido, se incomodem com as injustiças do mundo, façam trabalhos voluntários, escovem os dentes de seus filhos [eles precisarão de pelo menos 20 no futuro] ou vão pentear macacos.

A Luci e a Regina são mulheres resolutas e postaram em seus bloguinhos sobre um assunto que me tirou o sono. Como tenho muitos leitores portugueses, aqui manifesto a minha indignação.

Transcrevo, portanto, o que Luci Lacey relatou em 12 de Setembro de 2007 :

"ANA VIRGINIA MORAES SARDINHA, brasileira, solteira, administradora de empresa, CPF sob nº 512468645-68, Rg sob nº 03715989-58, SSP/BA, residente e domiciliada na Cidade do Salvador,na Rua São Raimundo, 119, apt. 1002, Bairro das Merces, que, desde o dia 05 do mês de julho do ano presente se encontra encarcerada no Estabelecimento Penal de Tires, sob nº,202, sob a acusação de ter contribuído para a morte do filho menor de 06(seis ) anos, Leonardo Brittes Sardinha, cujo corpo foi trasladado para o Brasil e sepultado em Salvador - Bahia.

O relacionamento de ANA VIRGINIA e o jovem de origem português, Nuno Guilherme de Almeida Sampaio, Identidade 10346594/4, residência no Empreendimento Quinta do Sol, casa 50, Lugar de ALBARROIS, Freguesia de Triana, Conselho de Alenquer, foi iniciado há dois anos, em um hotel em que ambos se hospedava, ele em viagem de lazer, ela participando de Capacitação profissional por determinação da empresa em que trabalhava.

Nuno esta foragido.

O infortúnio que ceifou a vida de Leonardo ocorreu quando a mãe ministrava medicação PRESCRITA POR MÉDICO BAHIANO, que o acompanhava desde que a enfermidade, epilepsia moderada, se manifestara.

O menor entrou em crise na hora em que ingeria a medicação, se engasgou, vindo a falecer, a mãe tentou o socorro, acionando o Corpo de Bombeiros, porém, estava em uma terra estranha, sem conhecer para quem recorrer em situação emergencial.

A constatação da morte do filho menor, a impulsionou a situação de tal desespero, que levou-a a cortar os pulsos, que a levou durante dez dias ao estado comatoso.

A situação de Ana Virginia é desesperadora, com fundamento nos Tratados Internacionais de Direitos Humanos, dos quais Portugal e Brasil, são signatários a prisão e absolutamente ilegal, pois, nao foi oferecida denúncia pelo Ministério Público e não há qualquer prova de que ela assassinado o filho menor impúbere.

Segundo os médicos que lhe prestam atendimento, decorrente da violência física sofrida no carcere, ela perdeu os movimentos do braço esquerdo".

Luci por ter um certo conhecimento pessoal do caso, ainda relata que Ana Virgínia esta internada desde dia 14 de Agosto com queimaduras graves, sofridas na prisão.

A Regina vai mais além e cita a matéria Caso Humanitário em Tires. Mete Tortura? datada do dia 13, do mês corrente no Jornal Vidas Alternativas.
Pede ainda "Sei do poder que tem a massa blogueira de multiplicar adeptos de uma causa - as blogagens coletivas são uma prova disso. Portanto, espero que esta minha contribuição traga simpatizantes para a situação dessa moça e, quiçá, possamos ajudar a família a conseguir o seu retorno ao solo pátrio. Visitem o jornal VIDAS ALTERNATIVAS. Lá, poderão se inteirar melhor"

Conseguem se colocar no lugar dessa moça e da família?
Eu me coloquei e estou muito mal. O que podemos fazer?

Bom fim de semana!
Beijus,
Luma

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Antes tarde do que nunca!

A lili me chamou para uma brincadeira entitulada "Vale a pena ler de novo", criado pelo HELDÉR.

Tenho que republicar um texto que eu tenha gostado, de minha própria autoria, podendo atualizá-lo, se necessário. A tarefa passará para outros 5 blogueiros. Ei-los: Euza Noronha, Adelaide Amorim, Ismael Benigno, Dilberto Lima Rosa e Maria Elisa Guimarães.

O texto que escolhi não foi publicado no "Luz de Luma" e sim no "Crônicas da Fronteira" - Achei justo integrá-lo agora aqui.

na fronteira
Foto: Grzegorz Adamski

Doce era a ilusão de segurança das rotinas. Prezava-as.
Mas aquele dia era um dia diferente.
O dia estava chuvoso, frio e isso não a impediu que saísse para a rua.
Vagueou sem destino até que entrou naquele mesmo café. Todos os dias era ali que ia almoçar e jantar.
Mal entrava e recebia um sorriso rasgado do garçon, que já nem perguntava, vinha apenas servir-lhe, com meia garrafa de água e meia garrafa de vinho. Levava com ela um livro, fingia ler algumas páginas, mas essencialmente sonhava acordada. Pensava nele, na sua vida, alheia a tudo o que se passava a sua volta.
A chuva teimava em cair, fustigando as vidraças. Lá fora, viu gente que corria de um lado para o outro, tentando protegerem-se.
Não reparou naquele homem, sentado à frente, que a olhava curioso.
Pagou e saiu. Não viu que o homem a seguiu.
Percorreu o caminho até a casa, cabeça baixa e olhar perdido.
Entrou no prédio e subiu as escadas. Não viu o homem....

Novamente saiu de casa e o destino leva-a ao mesmo café.
O garçon trouxe o jantar. A chuva estava suspensa e o negro da noite venceu o negritude daquele dia.
Repara num homem que estava sentado à sua frente. Ele sorri-lhe, ela devolveu o sorriso. Um sorriso triste, de alguém, para quem a vida já nada significava.
Sem uma palavra, ele juntou-se à ela e acariciou-lhe uma das mãos. Mãos frias de um coração vazio....
Sairam juntos do café, e percorreram as ruas da cidade.
E recostada à um carro, ela sonhou a sofreguidão de um grande amor.

Era o seu aniversário de casamento.
Um casamento sem brilho, sem emoções, um fardo para a sua alma.

A partir desse dia, depois de muitos anos, sonha que vive um grande amor. Fantasia sobre a sua vida e revive, ainda que por breves momentos, o sabor da paixão.

Alguma coisa mudou dentro dela, não olha mais os outros no café com olhar de indiferença, olha os outros clientes com uma curiosidade assanhada, como se pudesse beber deles a vida que não tinha; O casal de namorados a beijar-se; as três amigas que vinham desabafar suas mágoas e um casal de gays com ar culpado, que claramente tinham outras famílias em casa, mas que todos os dias se encontravam ali antes de subirem para um quarto do Hotel ao lado.

Todos fantasiando a felicidade. Não se sentia mais só.
Tudo o que via analisava e o que não via imaginava. Completava a realidade de cada um com os seus próprios sonhos e assim vivia feliz.
Saía dali somente quando começava a esvaziar, mas não ia ainda para casa.
Encostava-se em um carro. Rua vazia de vida naquela hora, via os carros que passavam e sentia a impressão que produzia neles. Muitos olhavam para ela como se fosse doida, com a curiosidade natural de ver uma mulher sozinha aquela hora da noite. Muitos homens solitários como ela, abrandavam, olhavam-na demoradamente, tentando percebê-la.
Às vezes, havia um que parava. Confundia-a com uma prostituta, perguntava-lhe o preço. Ela sorria, entrava no carro, fazia-lhe tudo e não levava nada.
O calor de um corpo, a intimidade, mesmo que falsa, para ela não tinha preço.
Separam-se, sem trocar um olhar ou uma palavra.

E com muito prazer,
Luma invadiu o espaço do Edgar [Que agora está grávido! Viva!]

Beijus,
Luma

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A primeira vez ninguém esquece!



Sim, sim!! Tenho muitas histórias e não irei contá-las. Talvez casuisticamente sem precisar o tempo.

As imagens, sinto necessidade de documentar e partilhar, desejo meu que para outros é bem sacal comentar fotos e fotos de viagem.
Detalhes que por mais que eu viaje, esse não é um blogue de viagens! hehehe

Tá, eu me policio em não exceder nas fotografadas.

Explico: Lembro quando a minha irmã me alertou com grande sabedoria "Cuidado com a Shamu" - a simpática baleia do Sea World - que segundo ela, seria impossível não gastar um filme inteiro fotografando.

Mesmo sendo avisada, não resisti! E a cada acrobacia, um flash!






Esse frenesi em registrar tudo, nos impede de viver os momentos presentes. Qual a foto ideal? Qual o momento ideal? Antes, durante ou depois?

O mesmo posso dizer de pessoas que desperdiçam grande tempo de suas viagens dentro de lan houses, enviando e-mails ou alterando fotos nas páginas da internet.

Realmente, muitos querem contar suas histórias e mostrar as fotos de viagens para amigos e familiares. Este é um dos motes da indústria do turismo. Que graça tem não poder compartilhar?

Porém não podemos exceder na materialização do instante e focar nossas energias no aproveitamento máximo dos bons momentos da vida. É preciso guardar na memória as boas experiências.



Eu recebi tulipas, minha flor preferida, de boas vindas. Vocês sentem o cheiro? Não importa, nada disso importa. O gesto foi bonito!

"De tanto fazer
tudo parecer perfeito
Você pode ficar louco
ou para todos os efeitos
suspeito
de ser verbo sem sujeito"

(Paulo Leminski)

Beijus,
Luma


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VOLTEIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!

No somos más
que una gota de luz,
una estrella fugaz,
una chispa, tan sólo,
en la edad del cielo

La edad del cielo
Jorge Drexler


Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu

A idade do céu
Versão Paulinho Moska


Desta cidadezinha sairá metade dos transmissores da TV digital instalados no país - O nosso Vale da Eletrônica.


"O Rio Sapucaí hoje é um lago quieto, soturno. Guardam aqueles dezessete metros de água só uma cidadezinha morta, sem passado, sem história, sem memória. Ah, Represa de Furnas... Não foram por água abaixo apenas algumas cidades do sul de Minas. Afogaram com elas todas as tardes, todas as lembranças, nossas saudades, os risos, vozes queridas. Quem não conheceu a Fama antiga acha lindo este mundo de água. Nós não. Para nós este lago é só uma imensa lápide de uma cidade que amávamos. Lápide escura, sem nome, data, inscrição e flores" Isa Musa de Noronha (Do Livro da autora, Uma Vida na Linha" - 2005 - Ed.B.Horizonte)


Córrego do Ouro, um dia pertenceu a Três Pontas. Nela ninguém dorme. Belisca, que eu tô viva!


Lembrei do DO nesta cidade, como lembrei do Júnior em Furnas e Clarinha em todo o resto. O livro da Clarinha me acompanhou; vocês não sabem o que estão perdendo!
São Tomé das Letras é uma velha conhecida. Um lugar onde não encontro a minha turma. Para os malucos sou careta, para os caretas sou maluca. Vai entender!


Carrancas - daqui pra frente eu serenei. Nunca vi um céu com tantas estrelas.




Lago Itapeva, próximo ao Pico do Itapeva




Campos do Jordão, a melhor cidade para se praticar esportes. Qualquer um. Foto acima: Bauzinho e abaixo: Pedra do Baú




Cervejaria Baden Baden para um refresh.

Sinto-me verde. Quase não consigo voltar.
Eu sei, eu sei. Era pra que ficasse em um só canto, mas...
A pedidos coloquei legenda nas fotos

* Hoje é aniversário do meu irmão e também do primo morceguito Marco Santos. Parabéns crianças! Desejo que cresçam, sempre!

Boa semana!
Beijus,
Luma

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