e-lixo, filhos da informática

Congestionamentos de e-mails com propagandas indesejáveis proliferam com uma velocidade surpreendente e conseguem invadir a privacidade dos mais cuidadosos.


Bill Gates recebe spam
spam, a erva daninha da internet

Os custo para os que enviam tais propagandas é ínfimo. Listas de endereços eletrônicos de páginas e mais páginas são feitas com facilidade e alguns programas fazem uma varredura nos sites à procura do ícone @ (descobriram porque não coloco meu mail no blog?)

Existem firmas que vendem os dados de usuários. Um milhão de e-mails custam cerca de 500 dólares. Alguns programas descobrem e-mails a partir de determinadas letras e após 1001 tentativas, chegam a um endereço eletrônico correto. As facilidades e o preço baixo, fazem tais malas diretas uma praga.

Alguns países proíbem esse tipo de propaganda e somente pode ser praticada com o consentimento do usuário. O problema é que a maioria é enviada de outras partes do mundo. Mesmo assim, serviços de defesa do consumidor estimam que o Brasil seja responsável pelo envio de cerca de 500 milhões de spams por semana.

Provedores como Yahoo, GMX e Web atualizam constantemente seus filtros, na tentativa de evitar que as malas diretas cheguem à caixa de entrada de seus usuários. A luta contra o poderoso spam reuniu rivais que tentam desenvolver suporte técnico para bloquear a entrada na rede.

Existe o caminho jurídico. No estado americano de Virgínia, o envio de mala direta via internet pode implicar em até cinco anos de cadeia. Em Nova York, um spammer teve que pagar 16 milhões de dólares de multa. Na Austrália, é proibido enviar e-mails com endereço falso.

As dicas para os usuários continuam as mesmas: não fornecer o e-mail para desconhecidos, não torná-lo público na internet e lembrar de usar filtros, normalmente fornecidos pelo provedor, no envio e recepção de mensagens.
O grande problema é que os spammers sempre desenvolvem novos truques e artimanhas e aos provedores, por enquanto, só resta aperfeiçoar seus filtros.
A internet ainda não se tornou território para uma navegação segura e, como nada mudou neste sentido nos últimos tempos, os usuários têm que tomar a iniciativa de cuidar da própria segurança na web, principalmente com o recebimento de mensagens publicitárias e similares. Cansados de saber disso? Não se cansem! Ainda terão que conviver um bom tempo com os spams.

Diante deste quadro, a maior parte, sobretudo das mulheres, considera hoje segurança o principal critério para a escolha de um provedor. Entre os homens, no entanto, a estabilidade da conexão é mais importante. O preço vem em terceiro lugar para ambos. As mulheres têm opinião diferente dos homens. Para elas, usuários e sites possuem a mesma cota de responsabilidade. Na média, o governo aparece em quarto lugar.

Antivírus versus back ups

As medidas de segurança mais conhecidas são: a realização de cópias de segurança, a utilização de antivírus e a codificação de informações confidenciais. A segunda opção é, entretanto, a mais utilizada, seguida dos dois outros mecanismos.

Uma coisa é certa: o próximo vírus eletrônico virá mais cedo ou mais tarde. Os especialistas conhecem os problemas de segurança da internet há anos. Mas muitas firmas nada fazem para se proteger. O risco que correm é enorme.

É só digitar o número do cartão de crédito e dar um clique com o mouse. Imediatamente, os dados correm em enorme velocidade através da rede internacional de computadores, cortam cidades e oceanos, passam pelos nós e servidores da rede – até o micro destinatário final.
Seu caminho exato é imprevisível. Os dados correm sempre pelas conexões que estiverem desocupadas no momento. As relações dentro da rede eletrônica são caóticas. Ainda assim, os hackers sempre conseguem acessar dados, buscando lucros indevidos às custas de outros.

Quando surgiu a internet na sua forma atual, no final dos anos 80, ela estava planejada sobretudo para o intercâmbio de informações entre pesquisadores. Entretanto, já não existe praticamente nenhum limite para a sua utilização. O faturamento do setor de e-commerce, isto é, de comércio através da internet, cresce a cada ano.

Os hackers demonstram que, mais cedo ou mais tarde, o mais seguro dos sistemas poderá ser violado. Para as empresas, só resta uma solução: investir sempre nos recursos mais atuais de proteção para as suas redes de computadores. As empresas que sofrem ataques de vírus eletrônicos têm prejuízos incalculáveis e subestimam os riscos da rede e adotam poucas medidas preventivas. Até agora, as medidas adotadas limitam-se à instalação de barreiras digitais (firewalls) e de programas antivírus.

Vírus envolvendo ingressos da Copa 2006 alastra-se na Alemanha

O vírus Sober, anexado a e-mails que informam supostos ganhadores de ingressos para a Copa 2006, alastra-se rapidamente na Alemanha. Segundo informações do Departamento Federal de Segurança da Informação (BSI), em apenas dois dias, mais de 400 mil computadores de repartições públicas foram atacados pelo vírus.

O vírus ataca principalmente os sistemas de segurança dos computadores, desativando softwares de antivírus. Ele apaga determinados arquivos dos antivírus Symantec, impedindo uma atualização dos programas, e também desativa o firewall do Windows. Essas funções daninhas só entram em ação, após o computador ser ligado de novo. Depois da remoção do vírus, as funções dos antivírus e do firewall precisam ser reativadas.

A mensagem Viral anuncia que o internauta ganhou ingressos para o Mundial e pede que o leitor abra um arquivo .zip para saber mais detalhes. Os dois endereços eletrônicos que estão enviando os e-mails com maior freqüência na Alemanha são "ticket@fifa.de" e "gewinn@fifa.de". As mensagens têm versões em inglês e em alemão.
Os e-mails oficiais da Fifa sobre os ingressos não estão contaminados com o vírus, garantiu o Comitê Organizador da Copa.
Se por acaso ganhar um ingresso para a copa, não abra! Por favor, encaminhe para mim e terei imenso prazer em ajudá-los!

Beijus,

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