Você viu Patrícia por aí?



Quem é Patrícia? Uma jovem de 24 anos, engenheira de produção de uma grande multinacional, que a primeira vista parece ter sofrido um acidente de carro; pois este foi encontrado nas pedras, junto a Lagoa de Marapendi, acerca de 25Km antes de sua casa, alvejado por tiros. O que parecia um acidente automobilístico, tomou ares de sequestro, como podem constatar mais detalhes aqui.  Os sequestradores não contactaram a família. Onde estará Patrícia?

Não bata. Eduque!

Alimentando o ciclo da violência

O uso do castigo físico infligido a uma pessoa faz parte de um “ciclo” de violência. Entretanto, muitos pais ainda não enxergam dessa forma, pois esta metodologia educativa está fortemente legitimada em nossa sociedade. Os pais que utilizam o tapa, a palmada ou a chinelada para educar o fazem acreditando que estão fazendo o melhor para seus filhos, mas não percebem que, na verdade, estão infringindo o direito que as crianças possuem (assim como qualquer outro ser humano) ao respeito pela sua integridade física e dignidade humana.

Se a violência física contra um adulto não é aceitável socialmente, sendo passível inclusive de sanções legais, porque contra a violência criança deve ser aceita? Os pais não vêem que, ao utilizarem o castigo físico, estão abusando da diferença de poder que existe numa relação entre um adulto e uma criança.

Hoje é comemorado o Dia Mundial Contra a Agressão Infantil, um dia destinado à reflexão para todos aqueles que se interessam pelo bem estar dos pequenos, sejam pais, não pais, educadores, parentes, profissionais da saúde, entidades sociais, enfim, toda a sociedade.

Adiante, no dia 12, é o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil e por isso, o Congresso Nacional lançou nesta quarta, dia 03, a campanha “Com Educação nossas crianças aprendem a escrever um novo presente, sem trabalho infantil” em apoio ao Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI). A iniciativa conta com o apoio da Agência de Notícia dos Direitos da Infância (ANDI), Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança, Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Plenarinho, da Câmara dos Deputados.

Tudo muito bonito, vamos ver na prática!

Abraçar uma criança é a coisa mais gostosa do mundo! É uma troca deliciosa! Só recebe carinho quem dá carinho!

Só sei que nada sei

luzdeluma

Hoje quando acordei estava mal, parecia que estava de ressaca e antes de abrir os olhos, lembrei de minha mãe dizendo nestas ocasiões "Pare de ser boba"! Daí abri os olhos, o dia tava feio. Fechei os olhos e desejei voltar no tempo ou melhor, viver em um outro tempo, um tempo em que as pessoas eram "Felizes por estarem infelizes" - desgraça pouca era bobagem e tudo tinha uma outra dimensão, os crimes eram pequenos, como roubar galinha do vizinho; maconheiro era o pior sujeito posto no mundo e catástrofes, tragédias? Ah sim, teve o Titanic que afundou, as grandes guerras... é, acho melhor eu voltar para a realidade.

O excesso de informações nos atrapalha, de repente você pensa em tudo e nada ao mesmo tempo, vai assimilando como uma esponja e de pesada, estaciona. Foi isso que aconteceu hoje! Acordei saturada do mundo, pensando um monte de bobeira e entendi, compreendi quando o meu pai, pegava as varas de pescaria e sumia. O Silêncio faz falta!

Fiquei no silêncio e fiz minhas orações. Rezei para pessoas que eu não conheci e chorei pensando na tragédia do dia, nos sonhos não realizados e nas pessoas que sentirão saudades.

"Talvez eu não seja muito humano. O que eu queria era pintar a luz do sol na parede de uma casa" (Edward Hopper)

*A frase título do post é de autoria de Sócrates - veja video explicativo do porque da frase. A filosofia é relativa e Sócrates não tinha a certeza, eu também não!

Beijus,

Tudo que oprime (deprime) o ser humano

Escreverei sobre uma metáfora quase ingênua, senão muito substanciosa e esclarecedora - A metáfora do bolo queimado.


A dificuldade de nos separarmos da pessoa amada, o difícil processo de nos reencontrarmos em nossa essência mais íntima e a libertação da nossa individualidade sempre passa por um bolo queimado.

Quem de nós já tentou fazer um bolo? Se não fizemos, sabemos como se faz. Um bolo é cheio de manhas. Mas o problema surge quando o bolo queima. E muitas são as vezes que o bolo queima.

Agora pensemos que um relacionamento é um bolo.

Um bolo feito dos ingredientes que cada um de nós colocou naquela relação. Amor, expectativa, sonhos, alegria, dedicação, fidelidade… enfim, todo o tipo de sentimento. Mas por um processo doloroso e demorado, brigas constantes, ofensas, desconfianças e desrespeito, ou mesmo traições reveladas, brigas passionais, violência e por um universo de outras situações críticas, o bolo queima. O relacionamento queima.

Todos os sentimentos que investimos perdem a harmonia, perdem o sentido, frustram nossas expectativas e algo fundamental se rompe. Pronto! O bolo queimou!

Mas nós investimos tanto, nós sonhamos tanto, nós queríamos tanto, não é possível que o bolo tenha queimado, e se queimou, sempre acreditamos que dá para recuperar alguma coisa.

O engano!
Já experimentou tirar a casquinha preta do bolo queimado? Que gosto tem depois?
De queimado!

Já experimentou colocar recheio no bolo queimado? Que gosto fica?
De queimado!

Já experimentou colocar cobertura? Que gosto fica?
De queimado!

Bolo queimado tem gosto de bolo queimado. Todos os sentimentos que formaram o bolo se perderam entre as situações sérias e críticas que passamos.

Tudo e qualquer tensão entre nós e as pessoas que amamos são bolo queimado? Não, claro que não! Mas algumas situações, definitivamente, destroçam nossos corações e subvertem nossa tolerância. Estas são o bolo queimado.

O que fazer então? Duas opções.

Primeira. Feche os olhos e engula o bolo inteiro, com todas as decepções, frustrações, tristezas e ressentimentos. Esqueça de tudo. Nunca mais comente sobre o que aconteceu. Aceite, porque é assim que você quer. Tente levar a vida para frente apesar do gosto ruim de queimado. Esta é uma opção. Mas não tente regogizar o que ficou mal compreendido, o que ficou mal acertado, o que ficou queimado. Queimou, queimou. Não há o que consertar. Ou aceitamos e calamos, ou tomamos a outra atitude possível.

Segunda opção. Jogue o bolo fora. Mas jogue de uma vez. Jogar o bolo fora significa abandonar todas as lembranças, significa romper o relacionamento de uma só vez, significa não responder às tentações, significa não ligar para ele ou ela nem lhes atender se for possível, significa não perguntar a ele ou ela ou a si mesmo o que foi que deu errado ou de quem é a culpa, significa tomar consciência de que seu coração pode ter uma nova chance, a chance de fazer outro bolo, com os ingredientes e sentimentos que você quiser. Provavelmente não um bolo como o outro, mas um bolo diferente, com um gosto novo, saboroso, prazeroso.

Para que um bolo queimado se podemos fazer um bolo novo? Tenham certeza, se não adotamos a primeira opção de engolir o bolo com tudo de ruim que ele tem, então, a melhor opção é fazer um bolo novo, porque o bolo queimado, passe o tempo que for, faça o que fizer sempre terá gosto de bolo queimado.

Então, aproveite que se desvencilhou do bolo queimado e vá experimentar novos sentimentos, livre do passado, com novas expectativas, novos sonhos e muita esperança. E se o bolo novo demorar a surgir, então aproveite para estar consigo mesmo, para conhecer suas preferências, para dividir a alegria e o entusiasmo com pessoas queridas, aproveite para arriscar, para tentar, para errar, para tentar de novo, enfim, aproveite para ser você mesmo.

O Texto acima "Bolo Queimado" é de autoria de Michel Cutait 

Do começo ao fim

Do Começo ao Fim” é um filme escrito e dirigido por Aluizio Abranches com estréia prevista para começo de Agosto e que gira em torno do assunto: incesto entre dois irmãos.

Depois que o video vazou, o material de divulgação e imagens foram liberados pela produtora Pequena Central de Marco Nanini e Fernando Libonati

São dois rapazes que vivem uma história de amor não só fraternal, mas amorosa. Eles viram um casal (...) É um filme libertário. Acho importante começar a falar desse assunto, estamos na segunda década do século 20. E o filme é muito bonito, as pessoas são bonitas, generosas, boas, abertas e libertárias. E ao mesmo tempo, sem levantar nenhuma bandeira. Estou só contando uma história, obviamente tocando em assuntos que são tabus" palavras do cineasta, neste video.

Fotografia primorosa de Ueli Steiger (Godzilla, O dia depois de amanhã, O patriota) que diz trabalhou somente por amizade ao cineasta, tem no elenco Julia Lemmertz (mãe), Fábio Assunção, atual marido e pai de um dos meninos, Jean-Pierre Noher (pai de outro menino), João Gabriel Vasconcelos e Rafael Cardoso (irmãos adultos)/Lucas Cotrin e Gabriel Kaufman (irmãos na infância)

Pelo vídeo não se vê tragédia ou lares escuros, como normalmente tratam o incesto e o homossexualismo, ao invés disso, percebe-se no trato desses dois assuntos; delicadeza, amorosidade, compreensão e uma tentativa clara de quebrar tabus. E apesar do diretor insistir que não queria gerar polêmicas, apenas discutir uma relação amorosa, os patrocinadores preferiram pedir anonimato por precaução.

Dois links legais para vocês lerem sobre o assunto (se interessar)
Os bloggers amigos DO e Luci já postaram sobre o assunto, mesmo assim gostaria de saber dos que frequentam o "Luz", o que acham do Incesto?

Beijus,

...em quietude, sem solidão

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Algumas coisas não têm preço

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