Desafeto, Consumismo e Complexo de Inferioridade

"A sociedade neoliberal, fundada na competitividade e no êxito egolátrico, favorece o desamor, pois instaura concorrência onde deveria haver solidariedade e, em se tratando de riquezas, aumenta a acumulação engendrando a exclusão. Na impossibilidade de mercantilizar o afeto, ela acena à libido" (Gosto de uva: escritos selecionados. 2. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2003, p. 238)

Trauma de infância: "na volta nós compramos."


Os problemas de nossos filhos são os nossos erros.

Quando incentivamos o consumismo infantil, aproximamos as crianças das coisas fúteis e efêmeras. As coisas passam a ter mais valor que as pessoas. Afeto não se compra com presentes.
"E de pouco adiantarão leis que coíbam a publicidade dirigida ao público infantil, se os próprios adultos, entregues ao consumismo e à cultura da vaidade, forem às compras, motivados e seduzidos pela imagem que seus filhos, destinatários dos presentes natalinos, terão diante de outras crianças." (Yves de La Taille, "Consumismo infantil", p. 4)

Yves de La Taille, educador e psicólogo francês naturalizado brasileiro, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), que também faz parte do Conselho do "Projeto Criança e Consumo" - um dos três projetos do Instito Alana - possui muitos textos e livros falando sobre o consumismo infantil, a moral e ética, limites, entre outros assuntos e deveria ser lido pelos futuros pais antes de entrarem na "aventura" de criar filhos.


Comprava um salgadinho e não ganhava o tazo

"A febre de comprar nos faz pensar, como sugeriu Lipovetsky, que "ela seja uma compensação, uma maneira de consolar-se das desventuras da existência, de preencher a vacuidade do presente e do futuro". O frenesi das compras então funciona para nossa longa solidão egóica como "simulacro de aventura", o fantasma da obra, pequena loucura cotidiana, a prótese do prazer." (Gustavo Barcellos, "A alma do consumo", p. 6-7)

O consumismo é uma patologia severa que se desdobra em vários outros distúrbios, tais como: paranóia, depressão, baixa auto-estima, compulsão, competitividade extremada, suícidio, pânico, solidão, estresse, medo, sintomas psicossomáticos, vulnerabilidade psicológica, hiperatividade, desestabilização emocional....

Há quem diga que sou exagerada, mas não sou eu a primeira a dizer sobre o mal que a vida sem profundidade emocional, traz de consequência a psique animal. O consumo se tornou um "lazer", que preenche as lacunas deixadas pelas relações humanas, substituindo o prazer de estar compartilhando afeto.


  Meus pais nunca me amaram, acho que sou adotivo. Só papai Noel me dava presentes.

“Precisamos da improdução como meta, a involução intensiva como projeto coletivo de vida. Contra o mundo do “tudo é necessário, nada é suficiente”, e a favor de um mundo onde “muito pouco é necessário, quase tudo é suficiente”. Quem sabe assim tenhamos um mundo a deixar para nossos filhos.” (Eduardo Viveiros de Castro, "Desenvolvimento econômico e reenvolvimento cosmopolítico: da necessidade extensiva à suficiência intensiva")


Complexo de inferioridade?

Já perdi as contas do número de pessoas que vieram-me questionar como poderiam se livrar do complexo de inferioridade. Talvez nada persiga e desespere mais o ser humano do que o sentimento deformador, infeliz, de ser pessoalmente inadequado. Esse tormento pode ser curado, embora, provavelmente, ele o tenha feito sofrer desde a infância. A ânsia para se livrar desse sentimento, levam pessoas a adquirir bens de consumo para causar inveja à outras pessoas, como se esse ato pudesse diminuir seu "Complexo de inferioridade". Ledo engano.

Não há necessidade de encolher-se diante de ninguém nem de nada, afinal, sempre poderá iniciar o processo que o (a) levará a pôr termo aos seus sentimentos de inferioridade.
  • Estampe em sua mente, indelevelmente, um quadro mental de você mesmo tendo êxito. Sua mente procurará desenvolver esse quadro. Jamais pense em você mesmo como fracassando em qualquer ação. Isso é muito perigoso, pois a mente sempre tenta completar o que desenha. Portanto, desenhe SEMPRE "sucesso".
  • Quando um pensamento negativo sobre a sua pessoa subir-lhe à mente, dê voz, deliberadamente, a um pensamento positivo a fim de cancelá-lo. Não construa obstáculos com a sua imaginação. Deprecie todos os chamados obstáculos. Reduza-os à expressão mais simples. Dificuldades devem ser estudadas para serem eliminadas, mas devem ser vistas apenas como são, e não para receberem um aumento devido a pensamentos de medo.
  • Não se sinta temerosamente respeitoso de outras pessoas, nem tente copiá-las. Ninguém pode ser você com tanta eficiência quanto VOCÊ mesmo. Lembre-se, também, de que a maior parte das pessoas, apesar de usa atitude e aparência confiante, está tão assustada com as coisas quanto você.
  • Se não conseguir exercitar o seu pensamento, procure um terapeuta ou uma pessoa de sua confiança para ajudá-lo a compreender por que você faz o que faz. Aprenda a origem de seus sentimentos de inferioridade, que muitas vezes começam na infância. Autoconhecimento leva à cura.
  • Faça uma afirmativa de suas próprias capacidades, depois aumente-as de 10%. Não se torne egoísta, mas desenvolva um auto-respeito salutar. Faça isso agora.
Qual o caminho da gente?
Nem para frente nem para trás: só para cima.
Ou parar curto quieto. Feito os bichos fazem.
Viver… o senhor já sabe: viver é etcétera
Guimarães Rosa

Imagens Tec Noir & Hades World.

102 comentários :

  1. Maravilhoso Luma!

    Uma Luz!

    E que Ilumine a muitos!



    Deixo aqui um link muito interessante, que trabalha a autopiedade, o desamor e os traumas da criação, a quem interessar:
    http://www.youtube.com/watch?v=VKRRCH0mvbo
    Bejhus de Luz Gratidão a Ti!

    William

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    1. Obrigada, willian!!
      Quem ama a si entra em sintonia com o universo no que ele tem de melhor, e tudo flui em sua vida. Estou ouvindo Louise Hay :)
      Beijus,

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  2. Concordo. É o nosso fetiche da vida moderna: o ter, em detrimento do ser.

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    1. Aquilo que é moderno hoje torna-se, invariavelmente, ultrapassado amanhã. Na era da evolução tecnológica e todo o seu aparato tornamo-nos reféns. É bem verdade que eu, particularmente, não fiz voto de pobreza. Gosto de coisas de qualidade, mas tento vê-las com o seu real valor de uso ou prazer que vão me proporcionar, extraindo-se qualquer sinal extra que simbolize poder ou status social. Portanto, a mera crítica pela crítica soaria hipócrita de minha parte, porque vejo importância dos aparelhos. O que causa-me incômodo, porém, é o exagero.

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  3. Interesting Article! I have read this completely and found many new things to compromise, I suggest a program to whom not happy with there marriage, Marriage Help is a complete program for having good marriage.

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    1. Certainly anyone who is not happy in her marriage access your link. Thank you!

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  4. Oi, Luma,

    Este é um tema no qual venho refletindo há muitos anos, por isso concordo totalmente com o texto. O interessante é que os antigos, as sabedorias humanas (filosofias) e as religiões já advertiam desde o início dos tempos que "o amor ao dinheiro (às coisas materiais) é a raiz de todos os males".

    Um beijo e bom dia, querida!

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    1. O fetiche é a mola propulsora e responsável direta pela manutenção do Capitalismo e seu modo de produção. As pessoas mais sensíveis são mais expostas e se deixam manipular. O mais engraçado é que essas pessoas não acham que estão sendo manipuladas. Beijus,

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  5. Perfeito, Luma
    Talvez as pessoas procurem o caminho mais curto, em seu ponto de vista, que traga compensação imediata. A publicidade perversamente estimula tão crença.
    É um caminho difícil a ser trilhado e começa na infância.
    beijo, menina

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    1. A publicidade projeta na mercadoria um "valor de uso", ou seja, à real e necessária utilidade do produto de forma ilusória e as pessoas se deixam levar, simples assim!! Beijus,

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  6. Lindo tudo,perfeito,Luma! E adorei o texto lá no Dinheirama... Muito oportuno!

    Detesto consumismo e se dependessem das minhas compres, estavam ralados.

    E tenho uma pessoa amiga que se enfuna, quer dar os maiores e mais caros presentes ,saber por que? Por se sentir sempre em inferioridade na família. Pena!! beijos,adorei te ler! chica

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    1. Que bom que gostou, Chica!! Também não gosto de consumismo, como você pode perceber. O que me chateia é também presenciar a febre consumista em nossas relações. Beijus,

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  7. Muito bom e verdadeiro o que escreveu!
    Me ajudou muito.
    Que Deus abençoe você, Luma! : )

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    1. Obrigada!! Que Deus também te abençoe :)

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  8. Oi Luma!

    Esse texto foi maravilhoso! Um post muito útil, principalmente sobre a questão do consumo e complexo de inferioridade.

    Amei as dicas, viu?

    Beijos

    Selma

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  9. A sua postagem é excelente e muito atual.De facto«É perigosa ilusão vivermos preocupados em trocar o verbo SER pelo verbo TER.TER é transitoriedade que passa correndo,sem deixar marcas da sua presença. Melhor,muito melhor é o verbo SER que,esse sim,«essencializa» a perman^ncia dos valores maiores da personalidade humana:os espirituais e morais.SER é essencial.TER é acidental.»(J.S.Nobre)Devemos preocupar-nos sempre com o facto de sermos bons, justos e felizes.
    Um abraço da
    Beatriz

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    1. Perfeito pensamento de J.S. Nobre. Obrigada por compartilhar!! Pensamos igual, Beatriz!! Beijus,

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  10. Luma...
    isso que eu chamo de sintonia...
    Estava escrevendo sobre isso, pensando sobre isso.
    Falamos tanto de superação e de que a terra está passando por fases de mudança, mas a mudança precisa vir de dentro.
    Existe sim uma relação "perigosa" entre consumismo e complexo de inferioridade.
    E isso é estimulado por nossos pais que ainda acreditam que dando coisas mostram amor.
    Abraço.

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    1. Acho que muita gente está pensando, falando, escrevendo sobre isso, porque estamos vivendo isso. É só olhar como as pessoas andam no mundo das vitrines :) Beijus,

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  11. Um post maravilhoso e muito real assim mesmo que acontece e vamos por aí criando muito mal nossas crianças e transformando-os em adultos cheios de problemas,complexadas e triste!

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    1. Os pais ensinam os filhos a competirem com os amigos e desde a mais tenra idade disputam quem tem o melhor brinquedo. Vão os anos que as crianças criavam os seus próprios brinquedos e quando não os tinham, a brincadeira era comunitária. Isso é realmente triste!! Beijus,

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  12. Olá Luz, e o pior de que ter alguém necessitando de ajuda é dar as costa ao problema, temos mesmo que tecer a solidariedade em todos os âmbitos do convívio social.
    Muito oportuno esse seu texto, pois estamos muito próximo de uma comemoração que é o Natal, acho eu, uma confraternização de povos e da família.
    Ainda tem muita gente que não dar valor a própria vida e ou a vida alheia, e que só pensam em se dar bem, e, os outros que se exploda, só olha para a frente dando valor a sua própria vida esquecendo da sua comunidade, família e amigos.
    Parabéns.
    Abraço

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    1. Verdade! Enquantos muitos tem em abundância, outros passarão o natal com o amargor de não poder comprar um bombom para adoçar o natal de seus filhos. Se as pessoas fossem mais solidárias, o natal realmente seria uma data muito bonita para se comemorar! Boa semana!! Beijus,

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  13. Foi como você escreveu num comentário de outro post seu: é o assunto que passa de dois passos depois da cadeira. Todos acham lindo, escrevem "perfeito". Mas sairão daqui direto para as "liquidações de tudo pela metade do dobro do preço de natal"... eu que trabalho na ponta de cá do consumismo, concordo ainda mais que uma vida equilibrada garante o essencial, em todos os sentidos. Tá aí uma coisa muito interessante de se ter para tudo: equilíbrio.

    O desafio está nas escolhas que efetuamos na vida, e só isso dá mais que um comentário: é academia (psicologia), doutrina religiosa (espiritismo) e base de outro sem-número de conjuntos que podem conduzir a nossa vida de uma maneira menos inferiorizada. E se há quem escolha viver nesta ciranda de só existir se tiver crediário, há de se entender que isso simplesmente não é pra gente.

    bjos!

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    1. Cada um defende o seu ponto de vista, baseado nas informaçoes que colheu durante a vida. Mas o ser humano está em constante mudança e disso faz parte o pensamento. Não podemos ter "medo" de mudar o que nos foi imposto. Cada época, os simbolos são usados para satisfação das necessidades de um período. Para mim, papai Noel passou! Atualmente ele é simbolo do consumismo, o que combatemos dia a dia para salvar o planeta de tanto lixo acumulado pelo homem. O desafio é de cada um de nós.
      Tony, você tem um visão bem mais ampla do assunto por conta da sua profissão. Entende bem do que estou falando.
      Beijus,

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  14. Já fui muito consumista ......graças a Deus,fiz uma mudança radical na minha vida e para melhor......penso e repenso na hora de comprar.....incentivo a REUtilização,o REAproveitamento......e te garanto que estou muito satisfeita com a maneira mimirabolantes de ser !!
    Feliz Natal! até a volta e obrigada pela visita !!!Feliz 2013.....

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    1. Também já fui muito consumista, mas a gente amadurece até nisso e passamos a ver o tão desnecessário é o valor que damos a certos objetos. Obrigada pela presença nos anos passados e que venham mais!! Beijus,

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  15. Nossa, como eu concordo com isso. O consumo hoje na verdade é desculpa para tudo. Para a falta de amor, falta de tempo, falta de solidariedade, falta de humanidade.
    É tapar o sol com a peneira. O que o amor a atenção faz para nossos filhos, presente nenhum fará.
    É hora de acordar, pois o caminho pode ser de difícil ou impossivel volta.
    Parabéns pelo post.
    Um beijo

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    1. Nessa ribalta do consumismo temos uma face amarga da compulsão do ter, na competição com o outro e na valorização apenas do externo, daquilo que se pode ver tentou preencher um vazio que não é perceptível. A falta de afeto produz consequencias na vida das pessoas ao ponto de destruir vínculos familiares. Beijus,

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  16. Passei por aqui, por este teu cantinho, e vejo novidades! lindas postagens no teu blog.
    Parabéns pela constante actualização.
    Um Santo e feliz Natal.
    Um abraço cá do Algarve.
    http://umraiodeluzefezseluz.blogspot.com

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  17. Olá, Luma.
    Infelizmente em nossa sociedade extremamente capitalista, o "ter" muitas vezes é mais valorizado do que o "ser", o que acaba gerando diversos problemas para aqueles que, na falta de uma estrutura familiar e psicológica forte, acabam caindo na tentação do consumo como substituto do afeto e do repeito próprio.
    Comprar aquilo que não se precisa nunca trará felicidade a ninguém.
    Abraço.

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    1. A cada hora, dia, mês e ano que se passa a sociedade fica mais solidária. O filósofo Thomas Hobbes disse no século XVII que o homem é o lobo do próprio homem, frase atualíssima, que demonstra a verdadeira barbárie a que a raça humana esta submetida mesmo sob a égide de um contrato social, pregado por Rosseau. A tentação do consumo é a mola mestra para a economia girar. Somos simples fantoches. Beijus,

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  18. Muito bom seu post! Sou muito pouco consumista, mais com cosméticos mas mesmo assim longe de ser uma mega consumidora, sou capaz de passar muito tempo sem comprar nada sem que isso me faça algum mal. Por isso gostei demais da forma como colocou a situação no seu post.

    Beijocas

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    1. Bom saber que você é uma consumidora consciente. Por certo, precisamos comprar, muitas vezes até para poder sobreviver, mas tudo que foge da normalidade não é benéfico. Beijus,

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  19. Oi Luminhaaaaa

    Tem um selinho pro teu blog lá no meu blog
    http://debbyeuamominhavida.blogspot.com.br/2012/12/campanha-de-incentivo-leitura.html

    Espero que goste
    Bjs
    Debby :)

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  20. Luma, o consumismo é apenas uma fuga que as pessoas fazem para não ter que enfrentar seus medos e fragilidades! Quanto mais vazia a pessoa é mais consumista!

    Beijão

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    1. Não posso concordar com a sua afirmativa acerca das pessoas vazias serem mais consumistas. Talvez a pessoas consumista não consiga esvaziar suas cabecinhas :) Beijus,

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  21. Hola Luma
    Adorei seu texto es maravillosa... gracias a Dios no soy consumista ni mis hijos, pasamos meses sin siquiera comprar nada! y no por eso me siento peor y ni mejor que nadie!
    Luma querida! Divina tus texto como siempre !!! Besitos guapa!!
    ( não sempre consigo responder aqui em portuñol)

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    1. Doña Hola!
      Usted puede escribir en portuñol o incluso españoles.
      En general, la gente es gente compradores insatisfechos.
      Nada les agrada o suministros!
      Ideal para su hogar que no viven con gente así.
      Son también el estado de ánimo voluble, ¿sabes?
      Beijus,

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  22. Oi, Luma! Acho que o seu texto faz todo o sentido. Cresci com uma mãe consumista e isso fez com que a família fizesse muitos sacrifícios. Eu mesmo já fui consumista e sei que é uma atitude para preencher um vazio intenso, nunca o fiz com a intenção de provocar inveja, mas sim de me satisfazer. É óbvio que isso faz mal porque vira uma bola de neve e não resolve nada. Mas já passou e hoje, quando estou triste ou carente, procuro me policiar para não cair na tentação de sair comprando. Gostei das suas dicas, estou precisando estampar novamente a palavra sucesso no cérebro. Um abraço!

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    1. Bia, não é fácil conviver com uma pessoa consumista! Ela sacrifica toda a família em sua função. As nossas carências não serão supridas e o vazio permanecerá. Bom que tudo entrou nos eixos por aí! :) Beijus,

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  23. Oi Luma:
    È preciso atenção.
    Questionar se preciso mesmo do que estou desejando...
    Costuma funcionar. Ou não.
    Gostei muito do texto.

    Bjos.
    Anny

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    1. Verdade, Anny!!
      Quando estamos bem, podemos analisar o que realmente precisamos, mas quem está com a sua auto estima comprometida não consegue fazer essa análise. Bom que temos juízo!! :) Beijus,

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  24. Abençoada, Belo texto. Eu já não aguento isso: Gastar,gastar,gastar... O que nos tornamos? Que valores são estes? E agora no final de ano... Vixe!!!

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    1. O Natal justifica a insanidade!! :)

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  25. Os valores estão sendo todos invertidos, o bom mesmo no final de ano é se retirar , ir pro mato viajar e curtir outros momentos, é nós que fazemos esse mundo, nós é que temos que mudar..embora a maioria das pessoas gostem dessas épocas para se extravasar e gastar até o que não tem.
    o consumismo consome o ser humano!
    nunca fui cosumista, aprendi com meus pais, a ter só o necessário!
    embora tenha muito mais do que preciso!

    bjssss

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    1. Lena, eu queria fazer isso, mas a minha casa nessa época enche de família! :) Não estou achando ruim, eu gosto do zumzumzum deles :) Mas ir para o mato é uma tentação!! Já fui consumista e precisei abrir os olhos para ver o que estava fazendo, mas nunca cheguei ao ponto de comprar o desnecessário. Agora me contento com menos que antes achava essencial. É quase que um estilo de vida, mais clean, sem excesso, sem lixo!! Beijus,

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  26. Um tema muito interessante e que nos leva a refletir. Quando eu era menina, não tinha brinquedos, não tinha livros não tinha nada.
    Nós viviamos quase miseravelmente.
    Minha mãe estava sempre doente e meu pai se esforçava podr dar o necessário em casa. E o necessário era um prato de sopa e um pedaço de pão com qualquer coisa. Quando havia no quintal nós comiamos cenoura, feijão verde,tomate, e às vezes cebola crua. Compensavamos com vegetais a falta da fruta que só viamos em dia de festa.
    Quando tive nos braços o meu filho jurei que ele ia ter tudo o que eu não tive. Trabalhámos muito, fiz muitas vezes horas extraordinárias só para lhe dar qualquer coisa que ele queria.
    Nunca lhe faltou carinho nem nada material. Faltou-lhe os ensinamentos sobre o valor das coisas. Hoje tem 32 anos, casa esposa e filha e não há um mês que o dinheiro lhe chegue e não tenhamos que ser nós a pagar alguma das faturas da sua casa.
    Por isso procuro incutir na netinha o valor do dinheiro e a dificuldade de obrter as coisas. Para que ele não venha a ter uma velhice como a minha.
    Um abraço

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    1. Acho que as dificuldades familiares reforçam os laços afetivos. Todos juntos lutando por um ideal e o natal não é diferente, pois a data é livre das futilidades.
      Elvira, tenho muito orgulho de você e de sua história de vida. Não se tornou uma pessoa amarga pela vida, muito pelo contrário - é uma pessoa muito rica!! E entendo o porque criou os seus dando-lhes tudo - os pais sempre querem poupar os filhos do sofrimento. ÉS cara, caríssima!! Beijus,

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  27. Sou da geração que viu Xou da Xuxa, sexismo e consumisto ao máximo todas as manhãs :/

    Sobre a estátua, ela é só uma das muitas, também incluindo parques, praças e salas em museus e nome citado em dezenas de filmes, livros e até desenhos.... O cara foi sem dúvida um herói de guerra, mas também era um preconceituoso sem tamanho.

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    1. OH, OH, OH!! Somos da mesma época, no entanto, Xou da Xuxa era algo que passava ao lado - em casa quase nunca assistimos TV.
      Gostei demais da estátua que você mostrou, mas não gostei da história relacionada a ela. Estranho que façam homenagem a uma pessoa que fez parte de uma comunidade que prejudicou tanta gente! Beijus,

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  28. Nessa época é complicado porque o consumismo fica desenfreado.
    Convido vc pra participar da festa do meu blog que hoje comemora 9 anos. Big Beijos

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    1. Lulu, estive ausente da blogosfera! Logo mais vou no seu blogue comemorar!! Beijus,

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  29. Muito bem abordada a temática. São várias as questão na educação ligadas a esta postura da sociedade frente ao capitalismo.
    Vc pode me informar onde encontram- se estas imagens em movimento, são bem interessantes.
    bjs

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    1. Oi, Norma! As fontes das imagens estão no final do post. Mas essas gifs foram feitas através de um programa bem simples usando o youtube. Beijus,

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  30. Parabéns Mônica! Porém os apaixonados pela Língua Portuguesa sentem pela não atualização do blog. [sorrio]
    Luma,a propósito, aceite meu convite e venha ver o texto de número 292 de minha literatura amadora. >>> HEMATÓFAGO no http://jefhcardoso.blogspot.com lhe espera. Abraço e bom final de semana!

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    1. Não achei o texto, Jeferson! Podia me indicar o título do texto 292? Ah, e quem é Mônica? (rs*)

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  31. Assinado, carimbado, reconhecida a firma, indicado, votado e compartilhado.
    Luma,
    Excelente reflexão.
    Beijão.

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  32. Luma,
    Amei esse texto, principalmente sobre a parte do complexo de inferioridade. Muito importante mesmo isso, as vezes tenho esse tal de Complexo da inferioridade e é tão dificil largar ele assim do nada! Gostei das dicas, vou por em prática.
    Beijos
    adriana

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    1. Adri, você precisa redirecionar os seus pensamentos e procurar os seus valores! :) Todos nós temos qualidades!! Beijus,

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  33. Oi Luma! E é na infância que começa o consumismo incentivado pelos pais! Pais que criam monstros que mais tarde irão devorá-los! Ótimas as dicas que você postou! Bjks Tetê - Avaliando a Vida

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    1. Sim, Tetê!! Os pais são exemplos para os filhos, mas muitos não entendem assim; eles fazem errado e querem que a criança faça certo! Obrigada!! Beijus,

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  34. Luma,
    Há alguns anos nos desvencilhamos dessa necessidade de presentear com objetos, simplesmente por dar. É natural gostar de agradar às pessoas, mas a amorosidade sempre tem que estar acima das coisas.
    Dar porque é praxe, porque é Natal, porque não se pode chegar a um aniversário de mãos abanando... E vai por aí uma série de razões, que desde cedo podemos educar as crianças a entender. O difícil é educar os pais, os avós...
    A febre de vincular o material à troca por sentimento é muito triste. Mas as pessoas que assim o fazem, muitas vezes não se dão conta disso. É inconsciente.
    Essa vinculação com o complexo de inferioridade tem muito a ver.
    Ótima reflexão!
    Bjs.

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    1. Gina, obrigada por deixar um comentário tão enriquecedor. Me alegro quando encontro pessoas que reconhecem o verdadeiro papel familiar. A amorosidade é o presente mais valioso que podemos dar a quem amamos!! Beijus,

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  35. Gostei do texto, Luma e sei muito bem o que é consumismo descontrolado, contudo, em alguns casos isso pode "começar" por ter tido uma infância difícil e na tentativa de dar um conforto melhor aos filhos, os pais se enrolam em dívidas "eternas"... e às vezes, também, por mudanças econômicas... ou um pouco disso tudo... e por aí vai. beijos e lindo final de semana.

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    1. Pois então, Barbie! A falta pode desencadear o sentimento de inferioridade. A pessoa por mais que tenha, ainda não se sente suprida da carência que teve na infância. Beijus,

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  36. Como sempre muito fundamentado e em perspectiva. Adorei.

    Comprovo todos os dias esta realidade, devido à minha profissão. Mais ainda, agora que o meu país vive em crise económica.

    É bom saber que tem consciência deste problema, sendo uma jovem.

    Beijocas

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    1. Os educadores estão em contato com as diferenças entre aqueles que convive. Engraçado como o modo de vida interfere no aprendizado. Sou jovem, mas não sou cega!! :) Beijus,

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  37. Um complexo de inferioridade de pais que acham que não são bons o suficiente para seus filhos faz com que encham a criança de coisas e coisas e coisas... cria-se uma circulo vicioso de complexos e futilidades.

    Penso que a citação de Gustavo Barcellos vem a calhar como definição para o estado de espirito de nossa sociedade atual, tão ansiosa de bens, tão necessitada de coisas: consumir para encobrir um vazio interior que ilogicamente é cheio de solidão.

    Natal está chegando, e ainda não tive coragem de encarar um shopping para comprar alguns presentes. Acho que ainda não estou pronta para isso - pelo menos não este ano.

    Bjs.

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    1. Verdade, Dalva! Os pais que sentem culpa, de alguma forma - tendem a dar aos filhos mais do que eles precisam. São lacunas que são criadas com atitudes impensadas. Muitas vezes a criança só quer um abraço.
      Não apresse o barco :) Faz o que está dentro do seu tempo!!
      Beijus,

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  38. Penso que temos duas opções, viver o que nos é imposto a todo custo, ou estudar, ouvir, perceber que a vida não é necessariamente essa roda gigante que nunca sai do lugar. Confesso que penso muito na vida que levo e na vida que vejo as pessoas levaram e me questiono: será que essa é a vida mesmo???

    Quanto aos bolachões dos Beatles, quero muito comprar uma vitrola, mas não sei onde porque quero uma boa a um bom preço. E em breve terei todos os bolachões dos Beatles também.

    Esse é um consumo que eu não deixo de ter... ARTE.

    Daniel

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    1. Muitas pessoas vivem no mundo das aparências, mas no escuro do quarto, as coisas se aprofundam e muitos vão para o fundo do poço.
      Você está certo em questionar, também penso nessas coisas principalmente quando encontro com gente sem noção.
      Ah, muitas lojas estrangeiras online vendem vitrolas por preços ótimos. No Brasil elas custam caro. Se quiser, pesquiso para você! No centro do Rio tem uma loja muito boa que vende bolachões :)
      O que seria de nós se não existisse a arte?
      Beijus,

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  39. Venho desejar a si e sua Família
    um FELIZ NATAL.
    Bj.Irene Alves

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    1. Obrigada, Irene!! Feliz natal para você e os seus!! Beijus,

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  40. Excelente e amei as fotos todas também. Como tudo na vida é preciso um equilíbrio, pois tudo tem o lado bom e ruim, o positivo e o negativo, não tem jeito. ;)
    Beijo, beijo
    She

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  41. Olá Luma,
    Pois é, vejo a correria no final do ano para comprar presentes. Um consumo cada vez maior. A procura do novo está, a cada dia maior, pois o que compramos ontem já está obsoleto.
    Os pais, para compensar a ausência procuram dar um presentão ao filho e esquecem que o verdadeiro presente é o amor e momentos felizes, mesmo que estes sejam pequenos, pois o que importa é a qualidade e não a quantidade. Dizer sim é menos trabalhoso do que dizer não. Vejo isso em muitos pais.Os valores não são mais os mesmos. A recompensa sempre impera na compra de algo, no fazer etc.
    Sinto que está tendo um vazio dentro das pessoas e com isso a procura de consumir mais e mais está sendo necessária. O tempo corre demais e as compensações são fornecidas sem um pensamento prévio.
    Preocupar com o consumismo, com o lixo ou com o planeta nesta época??? Ai ai...Isso fica em segundo plano para tantos e tantos.
    O verdadeiro espírito natalino já não existe. A troca de lembranças já era.
    Espero que tenha uma excelente semana. Que o mundo não acabe para podermos continuar com nossos blogs e nossas vidas. rsrs...
    Beijos mil

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    1. Teresinha, que delícia o seu comentário!! Compactuo na integralidade!! Obrigada!! Beijus,

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  42. Nunca suportei, e o faço cada vez menos...uma angústia me corrói nesses tempos de festas...mesmo que você eduque aos seus e a você próprio para não se lançar na corrente do consumismo desenfreado, parece que "forças do mal" tendem a colocar seu árduo trabalho por água a baixo e a mídia nos incitando a acreditar que valemos somente pelo que possuímos, e não pelo que verdadeiramente somos, uma pena, as vezes eu tenho vontade que o mundo se acabe mesmo, e que no lugar dele possa nascer um outro melhor...rsss

    Quero agradecer o seu carinho no Eternos Prazeres e na oportunidade te desejo um final de ano repleto de realizações, paz, e muita saúde, que é o que realmente vale a pena,

    Grande abraço,
    Fique bem!

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    1. Renata, no seu lugar eu daria quitutes de presente, pois sei que os faz com muito amor!!
      Sobre as "forças do mal", confesso que já li textos relacionados com a figura do papai Noel que desvia as pessoas da essência do natal.
      Agradeço você, sempre muito generosa!!
      Beijus,

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  43. Oi Luminha tudo bem ?

    Tem surpresinha para vc lá no meu cantinho

    Bjs
    Debby :)

    http://debbyeuamominhavida.blogspot.com.br/2012/12/eue-luz-da-luma-especial-retro-2012.html

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    1. Eita!! Me emocionou, guria!! :)

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  44. Adorei Luma.
    Lamento pelas pessoas que se fazem cada vez mais consumistas para suprir o "ego".
    Auto estima se busca de outra forma muito mais grandiosa ou apenas minúscula, depende de como queremos ver.
    As imagens estão ótimas.
    Xerosssssssss

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    1. Obrigada, Ana Karla!! Talvez estejamos falando ao vento, mas estamos ao lado do combate!! Pelo menos cuidamos dos nossos!! Beijus,

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  45. Muito bom!
    Concordo...

    www.mamaenadia.com
    www.asosmamaenadia.com

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  46. É até engraçado ver as pessoas comprando nessa época: qualquer coisa serve, o importante é não deixar de comprar. Até parece que o mundo vai (mesmo) acabar, se alguém não ganhar presente ou se a pessoa não tiver uma roupa nova para usar na noite de ano novo. Eu consumo sim, mas com moderação ;)
    Bjs.

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    1. É mesmo, Patty!! A corrida desenfreada acaba na compra do superfluo, em presentes que se fossem comprados com calma seriam mais pensados e necessários. Comprar faz parte da sobrevivência, mas pra tudo tem equilíbrio! Beijus,

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  47. Luma!

    Conheço ambos os lados dessa moeda... já fui consumista voraz, comprando desde coisas que não precisava até presentes desnecessários. Várias coisas fizeram com que fosse refletindo e aprendendo que o necessário me é suficiente. Aboli os cartões de crédito, pago tudo à vista e só compro algo que realmente necessite. Estamos planejando o Natal em família e coube a mim a preparação do cardápio, que não será simples, mas terá o necessário para satisfazer a todos, sem qualquer tipo de excesso nem desperdício. Os presentes serão trocados na base do Amigo Secreto. Temos o costume de reciclar o que pode ser reciclado e doar o que pode ser doado. E tentamos passar isso para nossas crianças que, em datas festivas Páscoa, Dia das Crianças, Natal), começam antecipadamente a separar roupas e brinquedos para serem doados, sem qualquer tipo de pressão.
    Gosto da época de Natal, dos enfeites, das luzes, das músicas, do Papai Noel, mas não permito que o conjunto influa em meus desejos ou "criem" necessidades.
    Até os meus livros, dos quais tanto me orgulhava, pouco a pouco fui distribuindo e hoje disponho apenas de alguns poucos que pretendo reler, antes de doar.
    E nas conversas com amigos tento mostrar esse lado sem consumo desenfreado, com mais carinho e respeito pelas pessoas, coisa bastante difícil pois grande parte deles vive em função do cartão de crédito, que tudo pode. Mas alguns eu já influenciei. Estão repensando seus gastos, suas necessidades e até mesmo seus inúmeros cartões de crédito. E isso me deixa satisfeito. Talvez eu tenha contribuido um pouquinho para melhorar suas relações com o consumo.

    Abraço.

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    1. Quando passamos por grandes perdas, passamos a dar valor aquilo que realmente importa, principalmente quando essa perda envolve vidas - o que foi o meu caso. Não dou valor a objetos, a não ser aqueles que possuam valor afetivo, vindo de alguém que tenho vínculo. No mais, quando me for dessa vida, tudo meu será doado. Quero diminuir trabalho :)
      Você e sua família estão agindo corretamente. Besteira fazer gastos desnecessários com uma noite que passará como as outras. Tenho certeza que não é isso que Deus espera de nós!
      Quanto aos seus amigos, eles podem se orgulhar de você, pois demonstra para eles o real sentido das coisas. Parabéns!!
      Um feliz natal para você e os seus!!
      Beijus,

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  48. Gostei de como vc explicou o complexo de inferioridade,nunca tinha refletido dessa forma sobre a ostentação. mas acho que a solução que vc escreveu é um pouco superficial. Ficou parecendo aqueles livros que tentam nos ensinar uma fórmula de bolo para ser feliz. A pessoa pode até tentar pensar coisas boas para afastar os maus pensamentos, mas o certo, é ela descobrir algo em si mesma que lhe dê orgulho, e autoconfiança. Isso que ela deve achar em si mesma, é que vai gerar bons pensamentos, vai ser a fonte de toda a positividade de que ela precisa.

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    1. A intenção é mesmo ser superficial. Um post não tem espaço suficiente para aprofundamente e muitas vezes, livros destinados ao tema, deixam vácuos, pois esse tema depende, para se desenvolver, das carências de cada um. Um psicólogo é a pessoa indicada para ser consultada.
      Sim, o certo a que se referiu foi citado no post. Auto conhecimento é a chave para a cura de todos os males da psique. Essa é a receita do bolo.
      Todos nós sabemos o caminho, mas quando vamos aplicar, tomamos a consciência de que a receita do bolo é básica para todos, mas o recheio vai do gosto de cada um.
      Beijus,

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  49. Querida Luma, passando pra deixar votos de um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de saúde, paz, harmonia, prosperidade e muitas alegrias junto aos seus familiares. Um grande beijo carinhoso e muito obrigada por suas visitas sempre tão carinhosas em meu cantinho. Beijinhos

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    1. Obrigada, Josy!! Um abençoado natal para você também!! Beijus,

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  50. Concordo em absoluto com este magnífico post...e desde que nascem devem saber ouvir e aceitar um NÃO valorizar o que é para valorizar e se querem algo que façam tudo e que comprem com o que ganharem.
    Mesadas? ZERO...nem na faculdade, tinham apenas para os gastos dos livros, etc. e até levavam o almoço e lanche de casa e saber juntar o que por vezes os familiares dão.

    Não me arrependo da forma como eduquei as filhas, porque também fui educada dessa forma...mas minha amiga não concordo totalmente com a tua frase: "Os problemas dos nossos filhos são os nossos erros"... quando pequenos alguns poderão ser...mas adolescentes e jovens adultos metem-se em enrascadas porque querem e ou influenciados...já que quando pomos um filho no mundo são nossos...mas são ainda mais do mundo!
    Não sei se me fiz entender!

    Beijos

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    1. Fatyly, você sabe do meu apreço por suas opiniões e me sinto como se fizesse parte da minha família. Percebe como os pais atualmente parecem ter medo de dizer não para os filhos? como se isso fosse traumatizá-los. Os pais não podem ser incoerentes e são exemplos. Não podem obrigar os filhos a não ser consumistas, se eles próprios o são. Ninguém nasce consumista e a escola está dentro de casa!!
      Admiro-te!! Beijus,

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  51. Oi Luma! O que está por trás de tudo são as ideologias dominantes. Se nos mandam consumir, então consumimos. Moda, religião, lugares badalados, ritmos musicais, shoppings, filmes, peças, comportamentos etc. e etc. estão todos predeterminados, são teleguiados por elas. Há um livro de Marcuse, 'A ideologia da sociedade industrial', no qual o autor explica perfeitamente todas essas situações, inclusive da culpa dos consumidores. Porém, desalienar é preciso e são poucos os que conseguem se livrar desses círculos viciosos (ou vícios circulosos). São poucos os que não são diminuídos e massacrados por elas e, sentir complexo parece que não só virou moda, mas é também necessário para se expor uma sociedade doentia e esquizofrênica. Infelizmente! Texto belo e reflexivo. Um abraço!

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    1. Estou ligada na mass comunication... Obrigada pela indicação de leitura. Já anotada!! Obrigada também pelo elogio!! Tentamos incutir um pensamento mais saudável, desatrelado dos vícios da vida moderna para melhor VIVER!!

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