Amor e seus extremos

O nome de Ted Hughes está entre os 50 maiores autores britânicos que surgiram no período pós-Segunda Guerra (1945), de uma lista publicada pelo Jornal The Times. Ele foi casado com a escritora Sylvia Plath e perseguido por seus admiradores que o culpava das tentativas de suicídio e da consequente morte da ex-mulher.

Consta que até o seu nome foi riscado da lápide de Sylvia pelos fãs. Ele tentou se manter distante e precavido chegou a fazer modificações na obra de Sylvia. Ted Hughes eliminou treze poemas da edição bilíngüe de “Ariel”, porque considerou agressivos à sua pessoa, porém em outras circunstâncias, argumentou que defendia somente a memória da mãe de seus filhos. No que ele tirou, também incluiu outros treze que a maior parte, foram escritos algumas semanas antes do suicídio de Plath, em Londres.

"Morrer/é uma arte, como tudo mais/eu faço isso excepcionalmente bem", Sylvia em uma carta para sua mãe.

"Para fora das cinzas Eu me ergo com meus cabelos ruivos e devoro homens como ar" (de "Lady Lazarus", em Ariel, 1965)

Consta que Ted foi um marido infiel e Sylvia não conseguia conviver com as suspeitas que se concretizaram em 1962, quando ele a trocou por Assia Gutman, então esposa do poeta canadense David Wevill.

O moço não era bolinho não! Assia Gutman também suicidou igualzinho Sylvia Plath com o gás de cozinha, mas antes matou sua única filha com Hughes, Shura. Sylvia era mais amorosa, antes de se matar preparou leite para as crianças.

Ted Hughes reuniu toda a poesia de Sylvia em um livro "Poemas Compilados", donde ganhou o Prêmio Pulitzer póstumo em 1981. Também após a sua morte, foi publicado o romance autobiográfico intitulado "The Bell Jar" usando o pseudônimo de Victoria Lucas - obra considerada a descrição de um período em as mulherers sofriam confinamento social e moral. Este livro, junto com "O Apanhador no Campo de Centeio", de J.D. Salinger, são considerados clássicos da fúria adolescente daquele período.

Ted Hughes escreveu "Gigante de Ferro" para seu filho logo após a morte da mãe e desse livro surgiu o filme de mesmo nome, com direção de Brad Bird ("Os Incríveis" e "Ratatouille").

"Gigante de Ferro", uma produção norte-americana de 1999 que combina temas como ficção científica, reunindo obsessões da infância masculina com seus heróis, o super-homem e a guerra fria. Uma obra-prima delicada com design “rebite Julio Verne” do robô e Hogarth Hughes, o garoto do filme - filho desta dupla de poetas, Sylvia Plath e Ted Hughes.


Laureado pelos príncipes William and Harry, donde sai a imagem de topo que ilustra esse post.

Quem gosta de desenhar, acesse o site The Ultimate Iron Giant, que contém dezenas de sketches, blueprints, styleguides e tudo que já foi feito com o robô. Um filme para adultos e crianças assistirem juntos. O livro porém não contém a magia do desenho, é mais real e sério.

Para entender esse universo...


Sylvia, filme baseado na vida do casal com excelentes interpretações de Daniel Craig e Gwyneth Paltrow [fotos]


...e depois acordar não solitária na cama mas com o toque de meu homem, e os rostos nos nossos amantes sonhados mudam e tremulam na imagem da manhã como a face refletida num lago inquieto juntando e juntando seus fragmentos para formar uma fisionomia ligeiramente trêmula até a placidez final inevitável.

Após o suor e a fúria na cama, nós cansados, entorpecidos, um lixo — engolindo meia xícara de café, dando uma mordida na torrada com geléia de ameixa, corpo melado de suores e secreções e odores em malhas de lã grossas, usadas, protetoras (...) Uma manhã de culpa, jovens malignos, véus escuros — e eu, lerda, absorvo tudo (...) - trechos de "Os Diários de Sylvia Plath" (1932 – 1963)

Que vida!

Para os amantes, só existe a noite e "Boa Noite" é uma despedida de dor.

Como escreveu Shakespeare em "Romeu e Julieta": "tão doce, todavia, que te darei boa noite até que seja dia".

78 comentários :

  1. Eu segui lendo, lendo, lendo e parei aqui. Gostei do post.
    Um grande abraço

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  2. Eu já assisti a esse filme Silvia. Que vida! Que amor ela tinha por esse homem. Adoro saber da vida dessas pessoas que descreviam tão bem o amor e sofrimento que vem dele.
    Beijos
    Adriana

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    1. Oi, Adriana!!
      Eles se conheceram em uma festa literária que estava lotada e imediatamente, assim que entrou, ela foi atraída por ele. Ele chegou perto, ela estava com uma tira vermelha nos cabelos que ele arrancou. Quem estava perto, conta que foi tamanha a força, que os brincos que ela usava, também foram arrancados. Ela gostou disso... Assim começou esse amor arrebatador!! :)
      Beijus,

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  3. Querida amiga

    Encantador texto,
    e a vontade
    de assistir o filme...

    Amar é inspirar
    o mundo.

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    1. Obrigada, Aluisio!!
      Quando li a sinopse do filme também fiquei com vontade de assistir, pois ler sobre o casal, já tinha feito bastante :)
      Beijus,

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  4. Lendo em crescente interesse e vontade de saber mais. Hei de voltar a esta postagem para acessar aos links.

    Obg pela partilha, Luma

    BJooss :)
    (Espero que seu filho já esteja melhor...)

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    1. Obrigada você, Odete!!
      Sempre bom te ver por aqui!!
      Beijus,

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  5. Fui lendo e me angustiando, as vezes me transporto para dor dos outros... Elas sofreram muito. Fiquei curiosa p/ assistir o filme.
    Bom fim de semana p/ vcs!

    Bjõesssss

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    1. Oi, Bia!
      A intenção era passar essa angústia mesmo! :D Só que foi só uma pitadinha... vai ver quando assistir o filme!! :)
      Beijus,

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  6. Não assisti ao filme,mas imagino que deve ser muito comovente,pois a história dela já me emocionou.Excelente texto!bjs,

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    1. Oi, Anne!!
      É envolvente mais que comovente. Um tanto quanto tenso, mas eu senti assim porque já sabia detalhes da sua vida. Acho que você vai gostar!!
      Beijus,

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  7. Oi, Luminha,

    Sou fã de Sylvia Plath e também gostei do filme que retrata a vida dela. Mas, convenhamos, genialidade à parte, ela era uma pessoa confessadamente problemática. Quem leu A Redoma de Vidro (The Bell Jar), tomou conhecimento das muitas tentativas de suicídio que ela cometeu muito antes de conhecer Ted Hughes. Digo problemática, e não depressiva, porque me parece que ela tinha uma patologia psíquica qualquer. Em The Bell Jar, ela conta que quando terminou o estágio numa revista (para a qual ela e outras boas estudantes de inglês foram mandadas, numa espécie de "prêmio escolar") ela subiu ao topo do prédio em que estavam hospedadas (em Nova York!) e - sem mais nem porque - atirou de lá todas as roupas que levara, esvaziando a mala. Naqueles anos de forte moralismo, ela se relacionava com os homens de um modo transgressor e eles se aproveitavam dela. Também tinha relação muito estranha com a mãe, um antagonismo visceral, que lendo os livros dela (duma franqueza desconcertante) a gente não consegue entender a razão. Ah, para coroar a trágica estória desse casal, o filho deles Nicholas Hughes, que, segundo consta, foi criado cercado de cuidados pelo pai e sua nova esposa (não a Gutman, naturalmente, rsrs) e alcançou renome internacional como biólogo marinho, tornando-se talvez o maior nome da área no mundo, se matou em 2009, no auge da carreira, durante um período de depressão.

    Um beijo!

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    1. Oi, Marly!
      Sylvia Plath sofria de transtorno afetivo bipolar (TAB). Mas existem muitas pessoas que convivemos e que não foram diagnosticadas; essas pessoas tornam a convivência um inferno e nos fazem sentir culpados da sua infelicidade.
      Em Lesbos é notadamente percebido o desencanto que sentia pela vida - o olhar que tinha para os filhos era como quem olha para brinquedos (fantoches).
      Fiquei sabendo da morte de Nicholas e, se a doença que os afetava era genética, por deficiência de alguma produção de substância no cérebro, era contornável se fizessem uso de medicamentos que substituem muito bem. Mas já viu que tem gente feliz quando está triste? Talvez o ápice da alegria vem do poder de manipulação, até mesmo da própria vida!!
      Beijus,

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    2. Esqueci de deixar o link da poesia http://zezepina.utopia.com.br/poesia/poesia104.html

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  8. Não assisti o filme, mas achei forte a história. Como gosto de desenhar vou dar uma olhada no link.

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    1. Oi, Sérgio!!
      A história é forte, mas também generosa se tivermos um bom olhar!
      Bom imprimir e distribuir entre as crianças...
      Beijus,

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  9. Excelente texto, fiquei curiosa para assistir o filme, mas sinceramente não acredito na culpa do marido, ele podia ter todos os defeitos, mas se a mente dela não fosse doente ela não chegaria a este extremo e nem permitiria que tal relacionamento se prolongasse se anulando, se humilhando, beijos Luconi

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    1. Oi, Luconi!
      Também não acredito na culpa do marido. Os fãs idolatram de tal forma que mesmo sabendo da fraqueza da poetiza não encaram que o problema estava nela.
      Beijus,

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  10. Me impressiona (sim, ainda me impressiono) com pessoas que se anulam por alguém. Sempre achei que o amor maior fosse pela vida e não entendo violência por amor. Acabou? Fim. Vai-se à luta por um novo amor, em nome do amor próprio.

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    1. Oi, Allan!!
      E isso acontece tanto... É a tal falta de amor próprio.
      Beijus,

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  11. Realmente o moço não era bolinho não!...
    Não assistir o filme ainda,mas anotei a dica,e vou olhar o link pois amoooooooo desenhar!!!
    Bjus mil Luma!
    Ótima semana!!!

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    1. Hehehehe mas um guapo, não?
      Otima semana para você também!
      Beijus,

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  12. Nossa, fiquei angustiada só de ler seu post.
    E isso se chamava AMOR mesmo?
    Bem, dizem que qdo um não quer, dois não fazem. Então...
    Um ótimo domingo!!
    Bjns
    :)

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    1. Pois não é, Cici? Conviver com uma pessoa bipolar não é fácil! Beijus,

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  13. Durante a leitura lembrei de Sartre e seu amor-livre, que era livre só para ele, pois as mulheres saíam destroçadas; após a morte de uma delas, Sartre apagou-se, meteu a cara na bebida e drogas e nunca mais foi o mesmo. Lembrei de Violeta Parra, Virginia Woolf, das suicidas de Picasso (ou foi só uma?). Artistas podem ser muito intensos, como os não-artistas tbm...a diferença é que se/nos expressam divinamente!

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    1. A responsabilidade de tanto infortúnio foi sempre da misoginia dos parceiros masculinos. Simone de Beauvoir, por exemplo, angariava amantes para Sartre. Essas mulheres não foram vítimas de modo nenhum: escolheram conscientemente o seu destino e sem o subterfúgio da vitimização. Muitas delas mártires para hagiógrafas feministas – tiveram casos com homens casados, ou enquanto elas próprias estavam casadas.
      No caso de Sylvia Plath, ela se instalava na fábula como uma sensibilidade de cristal, enquanto Ted era pintado como um engatatão impiedoso, com mais namoradas que qualquer celebridade atualmente possa ter para si.
      Essas mulheres loucas... Beauvoir admitiu que teve o seu primeiro orgasmo aos 39 anos, não com o filósofo zarolho, mas com o romancista americano Nelson Algren. Numa carta, ela comunica a Algren o seu anseio de “lavar-te a louça, de avental, e calçar-te os chinelos quando chegares a casa – e serei fiel como uma esposa árabe”. Ah, essas 'feministas' sabem como estragar um homem com mimos…
      Quem faz a fama, deita na cama! Acho que essas picardias veiculadas sobre os escritores que são contrárias ao ato de escrever, que merecem mais concentração, servem apenas para o leitor pensar que suas vidas são mais interessantes que dos simples mortais.

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  14. Oi Luma! Infelizmente, sabe-se mais do que não é amor. Beijo e ótima semana!

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    1. Infelizmente, Renata!! O amor não é egoísta!! Beijus,

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  15. Oi Luminha,
    não vi o filme mas eu particularmente
    não acredito em suicidio por amor ou seja la o que for.
    Acredito sim numa baixa estima, depressão e a falta de bons cuidados com essas doenças.
    Gostei do seu comentario la no blog, viu que na imagem não tem olhos? *-* Uma semana cheia de paz
    Bijux

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    1. Oi, Bandys!
      O ato de tirar a própria vida é coisa alimentada, não acontece do nada! As pessoas depressiva são fortes candidatas ao suicídio e por isso devem ser bastante observadas pelas pessoas da sua convivência. Entender a própria depressão já é uma caminho para não deixar que ela domine.
      Obrigada por vir aqui dizer!! :) Uma semana cheia de paz para você também!
      Beijus,

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  16. Há quem viva em busca do amor sem no entanto se permitir à integridade dele.
    Cadinho RoCo

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    Respostas
    1. Todo mundo quer amor, mas ninguém quer dar amor!! É preciso encontrar o veículo dentro de si, que faça o amor fluir com facilidade e afinal, transbordar!!
      Beijus,

      Eliminar
  17. Minha apresentação à Sylvia Plath foi com o doce e infantil livro O terno tanto faz como tanto fez.
    Foi tão encantador que não tive coragem de adentrar na vida conturbada dela!
    Beijo

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    1. Oi, Ana Paula!!
      Comprei esse livro em um sebo... maravilhoso!!

      ... E os gatos nos becos e os cachorros nas ruas de Winkelburgo o seguiram de perto, ronronando e rosnando de admiração por Max Nix e seu

      terno

      maravilhoso

      macio

      felpudo

      novinho

      cor-de -mostarda

      SEU TERNO TANTO FAZ.

      Eliminar
  18. Hey, Luma! Vim agradecer. Obrigada pelo seu comentário lá no blog. Está tudo bem. Estou de volta. Uma ótima semana pra você! Bjs.

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    1. Oi, Etienne!
      Não precisava vir agradecer! Logo mais vou lá saber das novidades!
      Beijus,

      Eliminar
  19. O COMENTÁRIO DA MARLI ACHEI PERFEITO E CLARO.Acrescentaria que uma pessoa espiritualmente fraca,arranjaria qualquer desculpa para tantas tentavas de suicídio.Uma pessoa doente com certeza e que precisava de muita ajuda.Precisava não,precisa.Suicídio é muito grave para o espírito,Bjs Luma.

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    Respostas
    1. Oi, Zilda!!
      É verdade! Não podemos culpar as pessoas pelo nosso estado de humor ou espírito. Se ela tentou várias vezes antes de conhecer Ted, tentaria novamente outras tantas com ele. Ela tinha pensamento obsessivo quanto ao suicídio.
      Beijus,

      Eliminar
  20. OI LUMA!
    TRISTE FIM PARA ALGUÉM COM TANTO TALENTO PARA ESCREVER, PENA NÃO O TER TIDO PARA VIVER...
    ÓTIMO POST.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Verdade, Zilani!! Para viver também é preciso ter talento! Beijus,

      Eliminar
  21. Indepentemente do que Ted Hughes poderia ter feito ou não, é um excelente poeta.

    Quanto ao resto, sei pouco da vida deles. Só conheço os poemas :)

    Mil beijos para ti
    Jorge

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Jorge!!
      Não interessa muito mesmo, mas muitas vezes queremos compreender quando a sua personalidade também é de destaque. Uma coisa é a obra, a outra é o criador da obra.
      Beijus,

      Eliminar
  22. Também o considero um excelente poeta e fez bem em lhe
    dedicar este post, com muita qualidade.
    Bj.
    Irene Alves

    ResponderEliminar
  23. Querida Luma
    Só venho aqui para saber como está o seu filho.
    Depois volto para comentar.
    Um beijinho da
    Beatriz

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Beatriz!
      Meu filho está bem, melhorando! Agora não tem mais dores, mas o que ele realmente tem só saberemos no dia 13 de Setembro.
      Obrigada pelo carinho!!
      Beijus,

      Eliminar
  24. Oi Luma!! Vim retribuir sua visitinha.

    Uma bela semana pra você! Deus a abençoe!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigada, Vanda!! Uma bela semana para você também!!
      Beijus,

      Eliminar
  25. Oi Luma! Gostei de saber mais sobre essa história.
    Uma ótima semana pra vc.
    Big Beijos

    ResponderEliminar
  26. Ainda não assisti... mas depois deste teu post com certeza o farei!!! Me gusta!!! Bjos - e brindes de espumante - pra ti, Lumita!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Fred!!
      Se encontrar nas prateleiras, lembre-se de mim!!
      Brindes espumantes para ti também!!
      Beijus,

      Eliminar
    2. Fred, você viu o preço do espumante? :)

      Eliminar
  27. Muito bom o post!
    gostei de saber mais!
    beijos :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Disponha, queridona!!
      Beijus,

      Eliminar
  28. Não assisti ao filme, mas achei interessante, Luma. beijinhos e boa semana.

    ResponderEliminar
  29. As relações com todas suas mazelas.
    Uma boa indicação numa resenha perfeita.
    Abraços Luna.
    Boa semana de paz e alegria na familia.
    Bjo amiga.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Toninho!!
      Cada um sabe da sua dor, não é mesmo?
      Obrigada pelo elogio!!
      Uma boa semana para você também!!
      Beijus,

      Eliminar
  30. Muito bom o "post".
    Amor complexo, complicado.
    Vida complicada.
    E se a foto é dele, o homem, além de poeta, era bonitão, não?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Zé Alfredo!!
      Um guapo, heim? Mas era mulherengo, daí pra mim fica feio (rs*)
      Boa semana!!
      Beijus,

      Eliminar
  31. Não conhecia... realmente nao conhecia.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Espero que tenha gostado!!

      Eliminar
  32. Conhecia alguns poemas de Sylvia, mas não a sua história.
    Sempre a actualizar-me por aqui!

    Beijocas

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Ana!
      Com o advento da internet, não existe mais vida particular!! Anteriormente também não sabia nada do casal, somente o trabalho de ambos.
      Beijus,

      Eliminar
  33. Não conhecia a história.

    Mas , sem julgar ninguém , não compreendo o suicídio quando existe a separação e , ainda menos, assassinar uma criança inocente.

    Que nunca me apaixone assim por ninguém: Deus me livre e guarde!

    Beijinhos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, São!
      Plath já era depressiva quando conheceu o marido e teve seus filhos. O filho Nicholas foi marcado pela mesma doença da mãe e também cometeu o suicídio recentemente. Muitos não suportam viver, como explicar?
      Beijus,

      Eliminar
  34. Que bonito seu texto, Luma!
    Não conhecia a intensa história desse casal. Vale a pena seguir suas dicas.

    Olha, passei pra deixar a qui o link da BC, que fiz ontem.

    http://patymichele.blogspot.com.br/2013/08/por-que-sou-ativista-da-amamentacao-bc.html

    Um beijo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Paty!!
      Não sei se viu a lista dos participantes, mas já relacionei o seu link lá! Agora só falta fazer as visitas e estou bem atrasadinha... rs.
      Beijus,

      Eliminar
  35. Boa tarde Luma...
    Seu texto, como sempre, nos hipnotiza do início ao final!
    Que fatos, quantos acontecimentos tristes, caramba!!
    Me lembrou demais a história de amor e ódio retratada no "Morro dos Ventos Uivantes", só que dos tempos atuais!!
    Eu já Sabia que vida de poeta é conturbada, mas não tanto assim!
    A de Ted foi uma avalanche do início ao fim!
    Me interessei em ver o filme, parece ser sensacional!
    Até já deu uma olhadinha nos desenhos, gosto também!

    Obrigada por mais essa inédita história de vida e poesia, Luma!
    Só você mesma para nos trazer tanta intensidade assim!!
    Beijos e uma ótima semana!! :))))

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Boa tarde, Adriana!!
      Que bom que gostou! Existe uma certa dose de fatalidade na vida de algumas pessoas e essas pessoas costumam alimentá-la. No caso do livro de Emile Bronte, retrata bem os sentimentos de muitas mulheres. Esse livro perpassa os anos e ainda é atual. Quantas mulheres ainda não são oprimidas em uma relação imaginando que um dia essa possa ser mudada? Percebe que matura, a personagem ainda acredita em Principe Encantado? Mas no caso de Sylvia Platy, o príncipe não existiu e ela não enxergava a sua própria vida como um conto de fadas. Era muita realidade para uma pessoa só!!
      Beijus,

      Eliminar
  36. Olá Luma!
    Fico pensando no sem número de atrocidades que são cometidas em nome de um sentimento tão belo, mas deturpado como o amor... tem situações onde temos de tudo: ciúme, carência, dependência, oposição, submissão, e tantos outras emoções menos o amor...
    Amar pra mim é antes de tudo, libertar.
    Eu amo, mas não aprisiono, não é meu, não é propriedade, não é exclusivo...
    Amar é aceitar que o objeto de sua "devoção" tem vida além da relação, tem interesses além de você, tem necessidades que vão além do vida em comum...
    Fico muito sensibilizada quando sei dessas histórias, são vidas abreviadas pelo desiquilíbrio da relação; e isso acontece muito mais frequente do que sabemos e com pessoas as vezes muito próximas a nós...
    Desejo um lindo fim de semana, com muito amor e carinho!
    Bjkas
    Mila

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oi, Mila!
      Tem toda a razão. Tem mais a ver com desamor, do que o amor verdadeiramente dito e tantas vezes confundido com outros sentimentos. Até mesmo com a aceitação de que o contrário do amor seja o ódio. Você faz algo de ruim para você mesma para causar algo de ruim à pessoa que você supostamente imagina que irá sofrer por causa do seu ato. São gestos loucos de pessoas que precisam de ajuda profissional.
      Muito dos nossos sentimentos contraditórios estão psicologicamente adormecidos desde quando estávamos no útero de nossas mães. As mães são aquelas que primeiramente apresentam os sentimentos e se temos mães narcisistas, a febre estará instalada.
      A família é o berço de nossas alegrias e desventuras!
      Beijus,

      Eliminar
  37. Gente intensa ajuda a mexer e mudar o mundo :)... gigante de ferro é lindo, e ficou a curiosidade para assistir Sylvia... beijos!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Uma vida tão intensa que acabou de forma drástica. Se valeu a pena, valeu para nós que herdamos seus escritos, mas poderíamos herdar mais, não? Assista, você vai gostar!!
      Beijus,

      Eliminar

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