Pai, amigo do peito

Assim como a mãe, o pai não nasce preparado para ser pai. Basta querer, para que junto com as dúvidas, venham também as alegrias e independente do grau de maturidade que esse homem possua, a sua participação e paternidade passe a crescer, cada dia um pouco mais. Assim, cada vez mais, não vemos a mulher grávida e sim, o casal grávido.
A mulher sente as transformações físicas da gravidez, o bebê crescendo dentro do seu corpo e o homem além da concepção, tem papel primordial em contribuir para manter o equilíbrio emocional de mãe e filho.
Aqui falo de casais que desejam imensamente concretizar o desejo de terem filhos e mesmo conscientes dessa vontade, alguns homens sentem-se excluídos, enciumados com essa relação mãe e filho. Vão se afastando e ressentidos com o abandono, acarretam no futuro, sentimentos de rivalidades com seu próprio filho. Isto também ocorre entre irmãos.
Os pais mais antenados sabem que isso não deve ser alimentado. E qual a melhor atitude a ser tomada? Participação! Assumir a paternidade de modo responsável, enxergando a sua importância na vida de seus filhos.

Estudos nacionais e internacionais demonstram que o homem influencia na decisão de amamentar de sua companheira, na primeira mamada, no tempo de amamentação, na duração do aleitamento e introdução da mamadeira. Isto quer dizer, eles participam sim, de todo o processo, mesmo que pensem o contrário.
Homens que participam de pré-natais e do serviço de puericultura, tendem a respeitar com sensatez esse período, além do que, saberão da importância do lugar que ocupam na vida de seu filho. Filhos criados longe da figura paterna, sofrem consequências imediatas e posteriormente na adolescência, são levados à gravidez precoce, abandono escolar, envolvimento com drogas e violência.
Então, pai! A sua paternagem é benéfica desde ontem. Um lar harmonioso contribui para uma sociedade menos violenta, mais fraterna e solidária.
Durante essa semana, de 01 a 07 de agosto, celebra-se no mundo todo, a Semana Mundial da Amamentação. A Denise, do Síndrome de Estocolmo como faz todo ano, promove blogagem coletiva sobre o tema, que se desenvolve até o dia 07. Participe!Beijus,
Luma











































































Tenho uma folha branca e limpa a minha espera: mudo convite.

Não há nenhuma árvore que o vento não tenha sacudido. Porque pode ser gritantemente sublime o extremo onde o belo se faz excessivo e obsceno.
brinde.
Bom dia Luma. Café da manhã acompanhando as novidades por aqui é tudo de bom.
Sempre acreditei que a figura do pai é um diferencial na criação de qualquer criança, até sua fase adulta. Quando se trata de um pai que está sempre presente a harmonia prevalece e os filhos sentem-se seguros e acolhidos, o que acaba influenciando no aprendizado.
Forte abraço...
Ulisses
Ai, eu sou LOUCA pelo meu pai. Meu melhor amigo, se dúvida...
Luma, infelizmente tive pai ausente, mas tive a sorte de ter um marido que é o melhor pai do mundo. Quero parabenizá-la por estar na lista dos duzentos maiores blogues. Você merece e muito.
Beijocas
Que bom ler isso, Luma, porque a impressão que fica às vezes é a de que a gente entra apenas com um penduricalho caolho nessa história toda. Beijos.
vou participar da Blogagem sim... vou agendar para o último dia.
Te enviei e-mail!
Oi Luma!
Gostei muito desse post.
Para ser pai é preciso estar disponível, disponível para ser incomodado, para brincar, para sorrir, para mimar,para corrigir com carinho, para dar bons exemplos, enfim...
disponível para ser pai.
Beijo
Nunca conheci o meu pai verdadeiro, portanto nunca conheci o amor paterno de verdade... Admiro muito quem é pai... Mas não quero ser um!
Beijos , Luminha! :o)
O final é 10:
"A sua paternagem é benéfica desde ontem. Um lar harmonioso contribui para uma sociedade menos violenta, mais fraterna e solidária."
Parabéns!!
Oi Luma!
Lindo post, lindo mesmo.Estou sem laptop (eu ODEIO a HP!) e fico devendo visitas. Se você visse o que estou usando agora ia chorar,tenho certeza.(rs*)
E sinto falta GIGANTE de meu pai, meu herói. Há 4 anos o perdi. E sinto como se fosse uma vida...
beijo grande,
Ter um pai é muito bom.
Parabéns...belo blog.
Adorei..
Espero sua vista..
beijos..
nana
Luma, graças a Deus o meu marido tem participado muito da gravidez e, tenho certeza, de que será um pai bem presente pra Júlia. Acho que protetor e ciumento até demais. :-))))
Melhor assim que totalmente ausente, né?
Bjo!
O meu foi uma grande homem... infelizmente partiu no ano passado....
é a vida.....
Ah.... respondendo a perguntinha que vc deixou la no meu blog.... desta vez irei para Santa Catarina, Chapeco onde esta minha mammma e minha irma e Curitiba onde tenho muitos amigos....
Abraços!
Gi, Roma
Oi Querida !
Sabe que meu marido participou ativamente de minhas duas gestações e dos partos também e foi maravilhoso para nossa relação.
Ele foi em todas consultas do pré natal de minhas duas filhas, viu todos os exames, participou de todas as decisões e assistiu o parto das duas.
A primeira eu tentei parto normal e ele até sentia as dores comigo, mas no final tivemos que fazer um parto cirúrgico mesmo e no da minha caçula nós marcamos de primeira pois eu estava muito traumatizada do primeiro parto, mas ele me ajudou a decidir também.
Minha meninas tem 1 ano e 11 meses e a outra tem 6 meses, eu amamentei a primeira até saber que estava grávida novamente e a segunda eu ainda amamento... ela já toma mamadeira e como algumas coisinhas, mas eu não tiro o peito não... é maravilhoso amamentar...rs
Bom, não posso me empolgar falando delas se não fico aqui a noite toda ! rs
Tem fotos delas no meu novo template, vai lá dar uma olhada que coisinhas mais lindas elas são !
Beijos
Nossaaaaaaaa simplesmente demais!!!!!!! adorei o Blog passarei mais vezes por aqui!!
beijos
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