Como destruir o sentimento de culpa

Foram três postagens seguidas em que o personagem principal bem podia ser o sentimento de culpa. Uma culpa que não é distribuida de modo racional, mas um fantasma que sentimos e não vemos ou então, uma espécie de contrabando, que circula entre conhecidos e desconhecidos. Culpa ética, existe? Ninguém a vê! Você recebe confiadamente sem saber o que está recebendo.

E todos pensam no que deveriam fazer quando estão insones. Não estou falando de ler livros, plantar batatas ou olhar pela janela.
Quem nunca pensou estar andando por uma estrada segura e é assaltado por enormes crateras?


Eu estava assim! Ou estou assim, a coisa ainda não voltou a se manifestar. Quando menos esperava o coração acelerava. Fui procurar o médico. E fiquei na sala de espera ouvindo todo tipo de conversa.


- Essa história é séria! Hoje me contaram. Por aqui conta-se muitas histórias de assombração, alma do outro mundo... Ah! Me disseram também que, quando a gente dorme, a alma vai dar umas voltinhas. Não entendi muito bem, porque o pulso ainda pulsa. E agora, dá pra ficar com medo de dormir. Sabe quando a gente tá quase dormindo e dá um pulo? leva um susto! Então, nessas horas, chame sua alma de volta!
- Não, não. Isso que estou sentindo não tem nada a ver com a hora que vou dormir. É quando estou acordada. Agora o médico irá olhar os exames e dirá o que realmente tenho.
A atendente interferiu na conversa:

- Está um calor hoje!!
- Tem um rapaz, o Gustavo que perdeu o avô aos 95 anos. Mas ainda sobrou a avó! (sobrou?) Ele contou que quando foi dar os pêsames para a avó de 90 anos a encontrou chorando e não sabia como consolá-la.
Ele mora no Rio mas estava viajando pro interior de São Paulo. Era também muito apegado aqueles dois!
Quando a avó ficou mais calma, ele perguntou:

- Diz vovó, como morreu o vovô?
- Morreu quando faziamos amor.
Gustavo ficou horrorizado, disse que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso.

- Somente o fazíamos aos Domingos, de há cinco anos a esta parte, e com muita calma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja. Era Ding para o colocar e o Dong para o tirar. E se não fosse o homem do carrinho de sorvete mais a campainha, o seu avô ainda estaria aqui conosco.


Momento "Olhos nos olhos". O que é que eu tenho?

Tem se alimentado direito? - Sim.
Fez alguma dieta ou está fazendo alguma no momento? - Não.
Temos que procurar um hematologista para saber porque os nutrientes que está ingerindo não estão sendo assimilados. - hum...
Da última vez que esteve aqui, tinha cinco quilos a mais. Onde estão? - Lá trás, no Carnaval. Gastei muita energia.



É tão feio mentir pro médico!! Bate um sentimento de culpa!

Vambora ter dia livre!! Passar na casa da Larika pra gente farrear.

- Larika, hoje iremos comer tudo que não presta!!
- Você sabe fazer espaguete!!
- Sei!
- Porque nunca fez?
- Larinha, ainda não deu tempo. Você ainda é muito pequenininha.




- Dinda, faz mousse de chocolate!!
- Esqueceu da vacina, ainda não pode comer ovos.
- Ah faz! eu não conto que você me deu ovos...



E vamos a receita. Mas tudo como com o jeito Luma de ser tem que ser! (rs*)

As sementes do cacaueiro (Theobroma cacao) foram usadas pelos Maias e Aztecas para fazer a bebida Xocolati, cuja importância está refletida no nome dado ao cacaueiro - theobroma significa "alimento dos deuses".

Vamos a mousse de chocolate: Para a fazer, juntam-se ovos e açúcar ao chocolate. Mas faremos uma que é coisa de cientista francês, Hervé This. Sem ovos, sem açúcar, só chocolate e água.

...vai ficar ruim isso dinda! e a espuminha?

O chocolate tem gordura e emulsionantes, basta juntar água para obter uma emulsão convertida numa espuma.

Não quer experimentar? Chocolate é bom de qualquer jeito!

Junte numa panela 200 ml de água (ou outro líquido: sumo de fruta, chá, uma infusão...) e 225 a 250 g de um bom chocolate em pedaços. Leve ao fogo e mexa até o chocolate derreter completamente e estar bem misturado com a água. Nesta altura já tem a emulsão, falta só batê-la.

...não vai ficar bom...

Ponha gelo em pedaços e água numa tigela grande, ponha dentro desta outra tigela mais pequena com a emulsão de chocolate e bata com a batedeira. Passados uns minutos vai parecer chantilly. Pare de bater um pouco antes de ter obtido a consistência desejada, pois a espuma ainda vai ficar um pouco mais espessa. Se for muito batida, torna-se granulosa. Mas não se preocupe; ponha-a de novo na panela e leve ao fogo e recomece. É delicioso!


E depois que Michelle veio buscar Larika, ainda fiquei olhando praquilo que ficou no computador. Calma, crianças!! Larika ainda não sabe ler!!

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